2026: O despertar da nação e o fim da era Lula – Por Paula Sousa
Reprodução redes sociais
O Brasil está diante de um daqueles raros momentos na história em que o destino de gerações é decidido. Não se trata apenas de mais uma eleição, mas de uma escolha entre o passado de escândalos e um futuro de ordem. O que as ruas já sentiam, as pesquisas agora confirmam: a liderança de Flávio Bolsonaro é uma realidade sólida que está tirando o sono do Palácio do Planalto. O crescimento de Flávio não é um fenômeno passageiro; é o resultado de um amadurecimento político que une a força do bolsonarismo a uma postura capaz de dialogar com todo o país.
O fenômeno Flávio Bolsonaro: Números que assustam o sistema
A pesquisa mais recente do instituto Apex Futura trouxe um dado que mudou o clima em Brasília: Flávio Bolsonaro aparece com 48,1% das intenções de voto em um eventual segundo turno, contra 41,9% de Lula. São mais de seis pontos percentuais de vantagem, uma diferença que está fora da margem de erro. O que mais impressiona não é apenas o número em si, mas a trajetória. Em apenas 30 dias, Flávio reverteu uma desvantagem e disparou na frente.
Esse crescimento acontece porque Flávio Bolsonaro conseguiu equilibrar qualidades essenciais. Ele fala com clareza, mantém posições firmes, mas adota um tom mais moderado que atrai o eleitor de centro — aquele brasileiro que quer resultados sem brigas desnecessárias. Enquanto isso, a rejeição de Lula só aumenta, ultrapassando os 51%. O povo brasileiro está vendo que a "paz e amor" prometida na última campanha foi apenas uma fachada para o retorno de práticas que o país não aceita mais.
O colapso das mentiras: Por que Lula está perdendo?
A esquerda acreditava que, estando no poder, teria o controle da narrativa. Eles se enganaram. Três pilares estão destruindo a popularidade do atual governo: Corrupção, Economia e Segurança Pública.
1. Corrupção: A sombra da Lava-Jato nunca saiu de cima de Lula, e novos escândalos, como os que envolvem o Banco Master e o INSS, mostram que o sistema continua operando da mesma forma. O eleitor percebe que a anulação de processos não significa inocência; a memória das provas e das confissões continua viva.
2. Economia: O governo tenta vender a ideia de um PIB positivo através de manobras estatísticas, mas o povo sente a verdade no supermercado. O custo de vida subiu, os preços dos alimentos pesam no bolso e a classe média se sente sufocada por impostos.
3. Segurança Pública: Este é o maior erro de Lula. O avanço do crime organizado e a sensação de impunidade atingiram níveis insuportáveis. Enquanto a direita propõe ordem e punição severa, o governo atual parece paralisado ou condescendente com quem desrespeita a lei.
A queda do muro no Nordeste
Uma das maiores surpresas desta pré-campanha é o que está acontecendo no Nordeste. Durante décadas, a esquerda tratou a região como seu "curral eleitoral", mas esse tempo acabou. A internet mudou tudo. Hoje, a informação chega de forma descentralizada pelo WhatsApp, Telegram e redes sociais. O cidadão nordestino não é mais refém da programação da Rede Globo ou das lideranças locais compradas por verbas públicas.
O povo do Nordeste é conservador por natureza. Valoriza a família, a religião e o trabalho. Ao perceberem que o governo Lula ataca esses valores, os nordestinos estão mudando de lado. O apoio a Lula na região vem caindo drasticamente desde 2022. Além disso, o rótulo de "pai dos pobres" não convence mais. O brasileiro aprendeu que auxílio social é um direito garantido pelo Estado — e que o governo anterior até melhorou esses benefícios sem exigir o voto em troca. Com a chegada de Rogério Marinho na coordenação da campanha de Flávio, a direita está se preparando para acabar com a hegemonia petista no Norte e Nordeste.
A Caminhada de Nikolas e o Despertar das Ruas
A esquerda está apavorada com a mobilização popular. A recente caminhada liderada por Nikolas Ferreira em Brasília foi o estopim de um movimento que promete ser imparável em 2026. Esse tipo de ação é fundamental porque atinge as pessoas que não são politizadas; elas veem a energia, a coragem e o patriotismo e começam a questionar o que está sendo dito na TV.
Essas manifestações, que se espalharam por São Paulo e outras capitais neste domingo, são o "termômetro" da eleição. Elas mostram que a direita tem algo que a esquerda perdeu: o apoio espontâneo do povo. Lula só consegue encher eventos com militantes pagos ou "showmícios" de artistas dependentes de verbas públicas. O povo de verdade, que veste verde e amarelo, está nas ruas por convicção.
A armadilha da abstenção: Lições de Donald Trump
Apesar do cenário favorável, não podemos ser ingênuos. A esquerda virá com tudo. Eles usarão "armas sujas", manipulação mediática e tentarão usar o Judiciário para impedir a nossa vitória. Mas a maior arma deles é a nossa abstenção.
Eles contam com a sua desconfiança nas urnas e com o discurso derrotista de grupos como o MBL, que em 2022 pregou o voto nulo. O voto nulo em 2022 foi o que entregou o Brasil para o PT. Não podemos repetir esse erro. Precisamos olhar para o exemplo de Donald Trump nos Estados Unidos. A equipe de Trump mobilizou a população para não abandonar os locais de votação. Mesmo em locais com dificuldades técnicas ou filas quilométricas, o povo permaneceu firme. Eles entenderam que o sistema só vence se o cidadão desistir.
Em 2026, nossa mentalidade deve ser: "Votar em peso". As urnas não são o obstáculo se a maioria for esmagadora e o povo estiver vigiando. Se você não votar, o adversário vota por você. A vitória de Trump mostrou que o sistema pode ser vencido quando a nação decide, de forma unida, que basta.
2026: O ano da comparação e da decisão
Lula afirma que deseja fazer de 2026 o ano da "comparação". Pois bem, que assim seja! Vamos escancarar o abismo que separa a ordem do caos. Vamos comparar o governo que, mesmo sob o açoite de uma pandemia global, manteve o país de pé e entregou uma economia arrumada, contra esta gestão sombria que herdou uma nação estável apenas para afogá-la novamente na lama da incerteza e nos porões da corrupção.
Vamos comparar a liberdade que respirávamos com a mordaça da censura que tentam nos impor agora, num silenciamento covarde. É ultrajante ver o aumento desenfreado da violência, onde o cidadão de bem vive enjaulado enquanto Lula e sua cúpula parecem governar para beneficiar criminosos, afrouxando as rédeas da justiça e oferecendo o país de bandeja para as facções. O que temos hoje é o pânico instalado e o sentimento de impunidade que escorre pelas mãos de um governo que protege o bandido e abandona a família. Onde antes havia o direito de ir e vir, hoje reina o terror das ruas manchadas de sangue e o deboche de quem ri da cara do trabalhador.
O cenário aponta para um segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro. Será uma eleição de rejeição, e Lula carrega o maior fardo da história política brasileira. Flávio, por outro lado, cresce como o nome da renovação dentro da continuidade. Ele vence não apenas os nomes da esquerda, mas também figuras como Zema, Eduardo Leite e Caiado, provando que ele é o escolhido da oposição.
É hora de unir e vencer
O caminho está traçado. A esperança não é apenas um desejo, é um fato baseado em dados e na realidade das ruas. O Brasil tem a chance de enterrar definitivamente a ideologia que atrasou nosso progresso por décadas. Mas isso só será possível se cada brasileiro "acordar" quem está ao seu lado.
A caminhada de Nikolas foi o pontapé, as manifestações de domingo foram o aviso, e a eleição de 2026 será a execução da vontade popular. Não aceite menos que a vitória. Não caia na armadilha do desânimo ou do voto nulo. O Brasil é nosso, e o futuro está sendo escrito agora com a coragem de quem não se curva ao sistema. (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 26/1/2026)

