A força da lealdade: Paulo Junqueira e o agro com Bolsonaro - Por Paula Sousa
Ex-presidente Jair Bolsonaro e advogado e empresário do agro Paulo Junqueira. Foto Douglas Intrabartolo
A história é escrita por aqueles que possuem a coragem de permanecer em pé quando os ventos da perseguição sopram mais fortes. Na quarta-feira, 4 de março, um gesto de profunda fidelidade marca o cenário político brasileiro: Paulo Maximiano Junqueira Neto, presidente do Sindicato Rural de Ribeirão Preto, visita o ex-presidente Jair Bolsonaro no complexo da Papudinha. Acompanhado na sequencial pelo senador Wellington Fagundes, Junqueira não leva apenas sua presença, mas o clamor de um setor que se recusa a ser silenciado.
Um líder forjado na luta e na solidariedade
Paulo Junqueira não é apenas um nome no agronegócio; ele é o símbolo da resistência paulista. Sua trajetória é marcada por ações que falam mais alto que qualquer discurso. Foi ele o braço forte por trás da histórica caravana pelo interior de São Paulo, que, ao lado de Bolsonaro e do deputado Zucco, arrecadou e entregou toneladas de alimentos e mantimentos para as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul.
Enquanto o sistema tentava desmobilizar o patriotismo, Junqueira e Bolsonaro — este último superando desafios de saúde como a erisipela e o atentado qie sofreu para estar ao lado do povo — demonstraram que a verdadeira liderança se exerce na lama e no suor, socorrendo aqueles que mais precisavam de ajuda.
O enfrentamento às oligarquias e ao sistema
A lealdade de Junqueira a Jair Bolsonaro e aos valores conservadores teve um preço, pago com honra. Sua exclusão da Faesp (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo) não foi um ato administrativo, mas uma manobra política de uma oligarquia que domina o setor há meio século. Ao desafiar a "dinastia Meirelles", Paulo Junqueira expôs as feridas de uma entidade que se aproximou de governos de esquerda e de ideologias contrárias ao produtor rural.
Diferente daqueles que se curvam ao atual mandatário — que insulta o setor mais produtivo do país chamando-o de "fascista" — Junqueira mantém o agro de cabeça erguida. Ele entende que o agronegócio é a espinha dorsal do Brasil e não pode ser refém de quem nunca produziu um grão de soja, mas deseja colher os frutos do trabalho alheio para alimentar projetos de poder comunistas.
Um futuro de esperança e renovação
A presença constante de Junqueira ao lado de figuras como o governador Tarcísio de Freitas e o pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro mostra que o projeto de um Brasil livre e próspero continua vivo. Ribeirão Preto testemunhou essa força em 2024, quando Junqueira organizou o ato monumental que reuniu milhares pessoas nas avenidas Presidente Vargas e João Fiúsa.
O que vemos hoje é um homem que não se corrompe diante de julgamentos teatrais ou perseguições políticas. Paulo Junqueira tem demonstrado uma capacidade técnica e uma articulação política que transcendem os limites do sindicato. Quando olhamos para a prosperidade que ele defende para o agro paulista e nacional, fica evidente que o Brasil carece de lideranças com esse DNA de entrega e coragem.
"A lealdade é um valor que não se compra, e a coragem é uma virtude que não se finge"
Neste encontro a mensagem é clara: a chama da esperança está acesa. Onde houver um produtor rural lutando pela sua terra e pela sua liberdade, haverá o exemplo de Paulo Junqueira, um homem que sabe que a verdadeira política é feita com honra, trabalho e, acima de tudo, lado a lado com quem ama a pátria. (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 4/2/2026)

