03/11/2025

As verdades que desmistificam as narrativas de Lula e envergonham o Brasil

As verdades que desmistificam as narrativas de Lula e envergonham o Brasil

Foto Reprodução Blog Rádio Poty

 

 

Por Paulo Junqueira

Iniciamos a semana com o governo Lula e o “sistema autofágico” que o acompanha totalmente acuado e amedrontado. A operação policial no Rio de Janeiro e o enfrentamento entre a polícia carioca e os narcotraficantes, mudaram a pauta no País, ofuscou a retórica marqueteira e jogou luz nos problemas da segurança pública.

Pesquisa da AtlasIntel divulgada nesta última 6ª feira, mostrou que 87% dos moradores das favelas apoiam a megaoperação determinada pelo governador Cláudio Castro. No País, 55,2% aprovam a ação policial; na cidade do Rio, 62,2%. Sem ter o que falar, a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da presidência da República, Gleisi Hoffmann, confirma o conceito criado pelo jornalista Paulo Francis de que “a imagem que usamos contra os outros fala mais de nós do que dos outros”.

Isto porque a ministra além de criticar o encontro de governadores de direita que apoiaram a operação policial o definiu como “investimento (deles...) na divisão política”. Ora, desde que o PT reassumiu o governo em janeiro de 2023, todas as fichas de Lula 3 têm sido investidas para que o País se mantivesse dividido.

Dificilmente congressistas passam um dia sequer em que os deputados e senadores da situação não invistam contra a oposição. O jargão “a culpa é do Bolsonaro” já virou piada, embora de extremo mau gosto ante tantas denúncias ocupem as manchetes da mídia analógica e digital a começar pelo assalto aos velhinhos e inativos do INSS.

A sanha avassaladora para aumentar os impostos é uma das piores facetas do governo que aí está. Levantamentos feitos pela revista Exame e pela CNN Brasil (transcritos abaixo) mostram que Lula & seu “entorno” só pensam em aumento escancarado de impostos sem oferecer nada, absolutamente e vergonhosamente nada, em ações concretas para diminuir os problemas e escândalos nas áreas da segurança, saúde, ensino e infraestrutura.

Nós acreditamos em valores como a família, a religião, o respeito e a solidariedade, a honestidade e a ética, a Justiça, a liberdade e a democracia. Nas eleições municipais do ano passado, varremos das prefeituras e câmaras municipais paulistas (o mesmo ocorreu na maioria dos outros municípios do País) os políticos que se apresentavam como de “esquerda” e que não tinham nenhuma conexão com os nossos valores.

E temos que ter a responsabilidade, principalmente em relação às futuras gerações, de trabalharmos diuturnamente para elegermos o próximo presidente da República e seu vice-presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais, para impormos governos responsáveis, competentes e éticos. O futuro da nação brasileira vai depender do resultado das eleições de 2026.

Outras narrativas de Lula 3 desmentidas por órgãos oficiais

Imagem Facebook

Fome zero?

O Brasil está entre os oito países mais famintos da América do Sul, aponta Índice Global da Fome. Dados divulgados em outubro pela Welthungerhilfe e pela Concern Worldwide mostram que, apesar de avanços do Brasil, a Bolívia permanece como o país mais afetado pela fome na América do Sul. Não existe “fome zero” no Brasil, embora Lula e a ONU afirmem o contrário. Quem anda pelas ruas das nossas cidades encontra, a todo o momento, pessoas famélicas pedindo ajuda para que tenham algum alimento em suas refeições.

Número de moradores de rua dobram de 2023 a 2025

Um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) apontou que a população em situação de rua no Brasil saltou de cerca de 160 mil em dezembro de 2023 para aproximadamente 345 mil em 2025, um aumento superior a 100%.

O estudo contradiz a expectativa do Plano Ruas Visíveis, lançado pelo governo federal em dezembro de 2023 com R$ 1 bilhão em investimentos, que visava exatamente reduzir esse número. Fatores como a crise econômica, inflação, déficit habitacional e desemprego são citados como causas.

Lula não tem recurso para comprar livros didáticos para 2026

MEC minimiza falta de verba, diz negociar orçamento e promete entrega de material em braile. Associações afirmam que atraso pode inviabilizar produção para o começo do ano letivo. O Ministério da Educação ainda busca recursos para garantir a entrega completa dos livros didáticos previstos para o próximo ano.

Discussões internas do governo Lula (PT) mostram que a pasta tenta ao menos desde o fim de agosto elevar a verba reservada ao PNLD (Programa Nacional do Livro Didático) para R$ 3,7 bilhões –o orçamento atual é de R$ 2,3 bilhões.

Além disso, o MEC tem feito pedidos à equipe econômica para aumentar o limite de recursos que pode movimentar nas próximas semanas, dentro da verba que já está garantida no Orçamento. A pasta do ministro Camilo Santana reconhece, nesses documentos, que pode atrasar ou até mesmo deixar de entregar parte dos livros didáticos, caso não consiga destravar os recursos.

Várias:

  • Enquanto o presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, afirmou ter rolado uma “química” no breve encontro que teve com o presidente Lula na ONU e este, exagerado como sempre, garantiu ter rolado uma “indústria petroquímica”, até o momento o Brasil e autoridades do governo e do Judiciário se mantém sancionados pelo governo norte-americano.
  • Deu no Estadão deste domingo: “Governo Lula quer reunião com EUA em, no máximo (sic...), duas semanas para discutir tarifas de Trump. Ideia é que delegação seja composta pelos ministros Fernando Haddad, Mauro Vieira e pelo vice Geraldo Alckmin; governo espera ter um resultado sobre o caso ainda neste ano.
  • Tribunal afasta no caso do furto de champanhe francesa juiz que detonou Moro, Deltan e a Lava Jato. Corte Especial Administrativa do TRF-4 abriu processo disciplinar sobre Eduardo Appio por tempo indeterminado depois do registro de um boletim de ocorrência pelo furto de duas garrafas de champanhe francesa Moet&Chandon de um supermercado em Blumenau (SC).
  • O rendimento médio das pessoas no setor público é cerca de 71,7% maior do que o dos trabalhadores do setor privado (tirando os domésticos), apontam dados do Censo 2022, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). As médias de rendimento mensal eram de R$ 4.131 e R$ 2.406 (ou R$ 4.741 e R$ 2.761, em valores atuais corrigidos pela inflação) para profissionais dos setores público e privado, respectivamente.
  • Lucro do Santander Brasil cresce para R$ 4 bilhões no 3º tri. Resultado veio acima da estimativa de analistas e presidente Mario Leão diz que cenário para crédito é desafiador, mas descarta uma crise.
  • Lucro do Bradesco cresce 19%, para R$ 6,2 bilhões, no 3º trimestre. Resultado vem em linha com o esperado por analistas. CEO do banco ressalta que resultado é o sétimo trimestre seguido de alta.
  • Os preços médios do arroz em casca no mercado gaúcho acumulam 12 semanas consecutivas de queda, apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). De 20 a 24 de outubro, o indicador Cepea/Irga-RS ficou mais de 10% abaixo do mínimo oferecido pelo governo, de R$ 63,64 a saca de 50 quilos. Na terça-feira (28/10), o indicador registrou o preço médio de R$ 56,70 a saca, um recuo de 5,55% desde o início de outubro.
  • Preço do leite ao produtor cai 19% em um ano. Em setembro, o preço do leite cru recuou 4,2% em relação à cotação registrada em agosto, fazendo com que a “Média Brasil” chegasse a R$ 2,4410 por litro, informou o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Em comparação com o mesmo mês de 2024, a queda real foi de 19% (com valores deflacionados pelo IPCA).
  • No último dia 28 de abril, matéria assinada pelo jornalista Pasquale Augusto no Blog Money Times, reproduziu frase nossa citada em pronunciamento no evento Agro Talk na véspera da abertura da Agrishow em Ribeirão Preto: “O produtor rural que contratar empréstimo com 15% de juros vai quebrar”. Nesta última 6ª feira, a CNN Brasil deu destaque à matéria “com inadimplência recorde e perda de rentabilidade, agro vive paradoxo”

(Paulo Junqueira é advogado e produtor rural. É também presidente do Sindicato e da Associação Rural de Ribeirão Preto e da Assovale – Assocação Rural Vale do Rio Pardo; 3/11/25)



Veja abaixo as medidas que implicam alta de impostos no governo Lula 3

1. Reversão de alíquotas de PIS/Cofins sobre receitas financeiras de grandes empresas

2. Reoneração de impostos federais sobre gasolina e etanol:

3. Imposto sobre exportação de petróleo

4. Retirada do ICMS da base de cálculo de créditos de PIS/Cofins

5. Recriação do voto de qualidade no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf)

6. Tributação das bets

7. "Taxa das Blusinhas"

8. Aumento do IPI sobre armas de fogo e munições

9. Aumento no imposto de importação de painéis solares

10. Veículos elétricos e híbridos importados voltam a ser tributados

11. Fim da isenção de IRPJ e CSLL sobre benefícios fiscais

12. Novas regras para limitar uso de Juros sobre Capital Próprio

13. Tributação sobre fundos exclusivos

14. Tributação offshores

15. Retomada de PIS e Cofins sobre diesel e biodiesel:

16. IPVA sobre jatinhos e iates

17. ITCMD progressivo:

18. Alíquota padrão do IVA deve ser uma das maiores do mundo:

19. Criação do Imposto Seletivo

20. Reoneração gradual da folha de pagamento:

21. Fim de benefícios tributários para o setor de eventos (Perse)

22. Imposto para grandes empresas multinacionais

23. Governo propôs a elevação da CSLL e maior tributação da JCP:

24. Haddad propôs no G20 taxação global sobre “super-ricos”

25. Tributação de dividendos e criação do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas Mínimo (IRPFM)

26. Governo eleva IOF para VGBL, para o crédito de empresas e operações cambiais

27. Aumento na tributação das bets

28. Elevação das alíquotas de CSLL para instituições financeiras

29. Elevação do Imposto de Renda (IR) sobre os Juros sobre Capital Próprio (JCP)

30. Fim da isenção de IR para LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures incentivadas

31. Tributação para aplicações financeiras em geral (CDB, Tesouro, fundos, debêntures)

32. Fim da isenção de IR para Fundos Imobiliários (FIIs) e Fiagro

33. Fim da isenção para criptoativos e ativos virtuais

34. Fim da isenção para pessoa física em Fundos de Investimento de Infraestrutura (FI-Infra)

35. Incidência de IOF sobre Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs)

36. Mudança da alíquota de IR para fundos em geral (renda fixa, multimercados, ETFs)

37. Nova alíquota para tributação de ações e fundo de ações (Revista Exame, 17/6/25)



Veja todos os impostos e taxas que governo Lula aumentou desde a posse

Executivo busca aumentar arrecadação para tentar cumprir meta fiscal há quase três anos com ações que vão desde taxação das "blusinhas" até aumento do IOF. Desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a partir de janeiro de 2023, o Executivo busca equilibrar as contas públicas e tenta cumprir a meta fiscal majoritariamente por meio uma ponta: o aumento da receita.

De lá para cá, os esforços foram concentrados em reverter decisões de incentivos fiscais, aumentar a incidência de impostos já existentes e criar novas taxações - que vão desde a "taxa das blusinhas" até a cobrança das bets.

Segundo levantamento feito pela CNN, o governo Lula adotou ao menos 25 medidas para aumentar a arrecadação nesse período de quase três anos, que chega a um momento de tensão entre os Três Poderes devido à recente investida com a alta do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

Veja a lista abaixo:

2023

•        Créditos tributários: publicação da MP 1202, que anteriormente determinava o fim do Perse (programa de ajuda ao setor de eventos criado durante a pandemia), mas acabou desidratada após pressão do Congresso e, no fim, estabelece "apenas" limites para a compensação de créditos tributários decorrentes de decisões judiciais;

•        Aumento do PIS/Cofins: o governo reverteu a decisão que impôs alíquotas reduzidas de PIS/Cofins em janeiro de 2023, mas a decisão foi derrubada pelo Congresso em seguida; no entanto, em outubro de 2024 o STF (Supremo Tribunal Federal) validou o decreto do Executivo e reestabeleceu a medida;

•        Fundos de investimentos exclusivos e offshore: foi estabelecida em novembro de 2023 uma nova tributação para fundos de investimentos exclusivos e offshores, com cobrança de 15% para fins de IR (Imposto de Renda) nos fundos de longo prazo, ou de 20% nos fundos de curto prazo, de até um ano;

•        IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para armas de fogo: decreto de outubro de 2023 elevou a cobrança do IPI, com a incidência para armas de fogo passando de 29% para 55% e, para cartuchos de munições e afins, de 13% para 25%;

•        Limitação de JCP (Juros sobre Capital Próprio): o governo restringiu os benefícios fiscais do JCP, com medidas que limitaram a base de cálculo e vedaram as estruturas que permitiam maiores deduções;

•        Voto de qualidade do Carf (Conselho de Administração de Recursos Fiscais): o governo conseguiu a recriação do voto de qualidade do Carf, uma das medidas consideradas mais importantes para aumentar a arrecadação, pois antes muitos processos empatados eram decididos a favor do contribuinte, mas, agora, a Fazenda consegue a decisão a seu favor e com que os créditos não sejam cobrados; o governo estima arrecadação de cerca de R$ 60 bi por ano;

•        ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços): o governo editou uma medida provisória em que estabelece o ICMS fora da base de cálculo dos créditos de PIS/Cofins.

2024

•        Combustíveis: o governo retomou a cobrança integral de PIS/Cofins para os Governo retomou a cobrança integral de PIS/Cofins para combustíveis;

•        IRPJ e CSLL: o novo ano também marcou o fim da isenção de IRPJ e CSLL sobre benefícios fiscais, como subvenções e crédito presumido do ICMS, que passaram a integrar a base de cálculo tributável;

•        Taxa das blusinhas: entrou em vigor em 1º de agosto a lei que estabelece a taxação de 20% sobre compras internacionais acima de US$ 50, após amplo debate no Congresso o nível da alíquota que seria cobrada; o nome faz alusão às "blusinhas" que alguns brasileiros compra em empresas estrangeiras que oferecem preços muito mais baixos que os praticados no cenário doméstico, como Shein, Shopee e Amazon;

•        Tributação de multinacionais: foi estabelecida a cobrança mínima de 15% sobre os lucros de multinacionais no país com faturamento anual igual ou superior a 750 milhões de euros em ao menos dois dos últimos quatro anos.

2025

•        Tributação das bets: a partir de 1º de janeiro deste ano foi estabelecido o marco regulado de apostas de quota fixa no Brasil, como no caso das "bets", empresas que ofertam apostas esportivas online; cada empresa teve que pagar ao governo outorga de R$ 30 milhões para poder operar no país, além de cumprir uma série de requisitos; inicialmente os sites legalizados tinham cobrança de 12% sobre o faturamento bruto, além de 15% de IRPJ e CSLL (com sobretaxa de 10% em lucros acima de R$ 240 mil), 9,25% sobre a receita bruta (regime não cumulativo), ISS (Imposto sobre Serviço) que varia de 2% a 5% e taxa de fiscalização que varia entre 0,17% a 0,30% - o total da carga tributária fica em torno de 50%;

•        Reoneração da folha: após longa discussão ao longo de 2023 e 2024, o governo conseguiu passar a reoneração gradual da folha de pagamentos de funcionários do setor privado e da folha de pagamentos dos municípios, que haviam sido "desoneradas" em 2011 e as cobranças passaram a variar entre 1% a 4,5%; o retorno da cobrança vale a partir de 1º de janeiro de 2025 e será gradual até 2028, quando a incidência voltará a ser de 20% - alíquota que era cobrada até 2011;

•        Fim do Perse (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos): o governo tentou dar fim ao Perse, criado para atender o setor de turismo e de eventos durante a paralisação da pandemia da Covid-19, com a criação da MP 1202/2024, mas, após forte pressão do setor produtivo, houve negociação e o programa só teve fim em março de 2025, quando foi atingido o teto orçamentário estabelecido em R$ 15 bilhões.

Além das medidas acima, o governo adotou recentemente duas ações para aliviar as contas públicas e aumentar a arrecadação para chegar à meta de déficit zero: o decreto que aumenta o IOF e a MP com outras compensações, em meio ao imbróglio criado diante da primeira alternativa.

IOF (o que está valendo com a decisão de Moraes)

•        Cartões de crédito/débito: a alíquota do IOF para compras internacionais via cartões de crédito ou de débito subiu de 3,38% para 3,5%;

•        Operações em câmbio: a alíquota para a compra de moeda em espécie foi de 1,1% para 3,5%, assim como o envio de recursos ao exterior que não forem detalhados; já as remessas ao exterior para investimentos seguem com alíquota de 1,1%, após repercussão negativa do mercado no caso de aumento da cobrança;

•        Crédito a empresas: a alíquota diária para transações diárias dobrou de 0,0041% para 0,0082%, enquanto foi estabelecido uma alíquota fixa de 0,38% para as empresas de modo geral, inclusive às enquadradas no Simples Nacional;

•        Seguro de vida: passa a incidir IOF de 5% sobre aportes mensais superiores a R$ 300 mil em planos de seguro de vida com cobertura por sobrevivência, como o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre); a partir de 2026, o imposto passa a incidir nos aportes que excederem R$ 600 mil, independente se foram depositados em uma ou várias instituições;

•        FIDC (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios): foi instituída a cobrança de 0,38% de IOF sobre a aquisição primária de cotas de FIDC, exceto para compras realizadas até 13 de junho de 2025 ou no mercado secundário;

•        Cooperativas de crédito: operações de crédito com valor anual acima de R$ 100 milhões passam a ser tributadas como empresas comuns;

MP 1303/2025

•        Fim da isenção a títulos incentivados: o governo acabou com a isenção de IR (Imposto de Renda) em títulos incentivados, como LCIs (Letras de Créditos Imobiliários), LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio), CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e CRAs (Certificado de Recebíveis do Agronegócio) e outros, estabelecendo a cobrança de uma alíquota de 5% no IR sobre essas aplicações;

•        Taxação maior das bets: a medida provisória também estabelece um aumento na alíquota das bets, passando de 12% para 18%; com a decisão, as empresas de jogos esportivos dizem que as cobranças totais elevam a alíquota final acima de 50;

•        Mudança na CSLL: outra medida foi o aumento da cobrança sobre a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido de empresas de seguros privados e instituições financeiras, passando de 9% a 15%;

•        Mudanças no JCP: o governo também pretende aumentar a arrecadação com o aumento na alíquota de JCP (Juros sobre Capital Próprio), que a partir de 2026 passará de 15% para 20%;

•        Criptoativos e ativos virtuais: a MP também prevê a padronização da cobrança de IR sobre todos os ganhos de criptoativos e ativos virtuais em 17,5% (CNN, em São Paulo17/7/25 e atualizado 5/8/25)