24/11/2025

Lula III: Egocêntrico, incompetente e decadente – Por Paulo Junqueira

Lula III: Egocêntrico, incompetente e decadente – Por Paulo Junqueira

Imagem Reprodução Blog Notícias da Hora. Foto Fábio Rodrigues Pozzebom

 

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Paulo Junqueira

O anúncio da retirada do tarifaço sobre alguns produtos do agro brasileiro feito pelo presidente Donald Trump nesta última sexta-feira (21) não tem nada, absolutamente nada, a ver com qualquer negociação encetada pelo falastrão Lula da Silva. O motivo, segundo 10 em cada 10 economistas e analistas políticos internacionais, tem a ver com as curvas da inflação e popularidade da economia e do líder norte-americano.

Duas questões importantes que as narrativas tendenciosas de “Lula & Entorno” fazem questão de omitir: o tarifaço só chegou aos níveis estratosféricos porque Lula se acovardou e não teve a coragem e disposição de dialogar com Trump, ao contrário de todos os outros chefes de estado e mandatários globais. E, autoridades judiciais e do governo brasileiro continuam e devem continuar sancionadas pelo governo americano.

Matéria de destaque na edição desta segunda-feira (24) da Folha de S.Paulo mostra que “As múltiplas barreiras tarifárias impostas pelos Estados Unidos contra o Brasil podem custar ao país mais de US$ 3 bilhões (cerca de R$ 16,60 bilhões) por ano em exportações”.

A afirmação de que a COP30 foi um fracasso total reflete uma perspectiva crítica e comum em discussões e reportagens recentes. Muitas fontes jornalísticas e análises consideram que a conferência terminou em "fracasso diplomático" devido a impasses e à percepção de que os resultados ficaram aquém das necessidades urgentes de ação climática global.

Principais Críticas e Desafios

•        Ambição Insuficiente: Houve um grande descompasso entre a urgência da crise climática e o nível de ambição dos compromissos assumidos pelos países.

•        Impasse nos Combustíveis Fósseis: Críticos apontam a falta de um alinhamento claro para a eliminação progressiva dos combustíveis fósseis, um ponto central e polêmico nas negociações.

•        Financiamento Climático: A insuficiência de financiamento para que países em desenvolvimento implementem ações de adaptação e mitigação foi uma lacuna crítica.

•        Problemas de Infraestrutura: O evento enfrentou problemas logísticos e de infraestrutura em Belém, como falhas no ar-condicionado, problemas sanitários e um incêndio, que geraram desconforto e críticas à organização.

Nossa solidariedade ao presidente Bolsonaro e sua família

Foto Miguel Schincariol AFP

Reiteramos e manifestamos nosso profundo e absoluto pesar pela prisão do presidente Jair Messias Bolsonaro determinada pelo ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal na manhã deste sábado (22) em ato que ficará marcado pela suprema injustiça imposta a um homem de bem, que vem dedicando sua vida a favor da democracia e a construção de um País norteado pelos valores éticos fundamentais para uma sociedade mais justa, democrática e harmoniosa, baseada em confiança, respeito, empatia e cooperação.

Nenhuma narrativa construída a partir daqueles que integram este vergonhoso sistema político-partidário instalado em algumas das nossas instituições será suficiente para convencer aos brasileiros que acreditam e apoiam ao nosso maior líder político do País, sobre a injustiça imposta ao presidente Bolsonaro e à sua família.

A ordem de prisão coincide com um dos momentos mais tensos da vida dos brasileiros, afetados pela insegurança e pelas sucessivas denúncias de má gestão permeados por um governo incompetente, irresponsável e implicado diretamente em escândalos vergonhosos dentre eles o assalto aos aposentados do INSS e agora nesta semana ao maior escândalo bancário da história brasileira, além do retumbante fracasso da COP30 e das denúncias de desvio de finalidades deste evento.

Alcolumbre coloca Lula em sua alça de mira

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, entrou em rota de colisão com o presidente Lula devido à indicação de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Alcolumbre, que preferia outro nome (o do senador Rodrigo Pacheco), declarou a aliados que mostrará a Lula o que é "não ter o presidente do Senado como aliado", sinalizando uma possível "guerra" política e ameaçando a governabilidade no Congresso.

Detalhes da Tensão

Motivo da Insatisfação: Alcolumbre ficou "irritadíssimo" e, segundo relatos de senadores, nunca foi visto com "tanto ódio" de Lula após a decisão presidencial. A escolha por Jorge Messias contrariou a vontade do presidente do Senado e de seus aliados mais próximos.

Reação Imediata: Em resposta à indicação, Alcolumbre reagiu pautando projetos que podem gerar bilhões em despesas para o governo ("pautas-bomba"), como a votação da aposentadoria especial para agentes comunitários, o que expõe um novo desgaste entre Executivo e Legislativo.

Clima de Ruptura: Fontes próximas a Alcolumbre e integrantes do governo relatam que o clima de tensão continua e é de "ruptura". O senador negou ter recebido um telefonema de Lula para pacificar a relação, desmentindo informações iniciais do governo.

Impacto na Aprovação: A indicação de Jorge Messias ainda precisa passar por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e votação no plenário do Senado. A postura de Alcolumbre, que preside a Casa e tem grande influência no colegiado, pode ser decisiva para o resultado da aprovação do nome de Messias.

Várias:

  • Atenção para o resultado da reunião a partir das 14h de hoje (24) em Piracicaba, entre três associações de fornecedores de cana que se apresentam como “dissidentes” das outras 33 associações que formam a Organização das Associações Fornecedoras de Cana do Brasil e a União da Indústria da Cana-de-Açúcar e Bioenergia.
  • O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) tem comentado entre seus pares que seu projeto de futuro político ruiu com a decisão já anunciada de Lula ao indicar Jorge Messias para o STF. Pacheco teria reconhecido que não reúne nenhuma condição para disputar o governo do Estado de Minas Gerais.
  • Pacheco é considerado um dos maiores responsáveis pelo ativismo judicial criado com o objetivo de atingir o presidente Jair Bolsonaro e toda a direita a partir da chegada de Lula ao seu 3º mandato. Ele tinha todas as condições técnicas e políticas de frear e impor limites ao ministro Alexandre de Moraes.
  • Mas não, foi omisso e conivente também com o então presidente do STF Luis Roberto Barroso que preferiu expor declarações públicas tendenciosas, como “Nós derrotamos o bolsonarismo” (Brasília, 12/3/23) e “Perdeu Mané” (Nova York, 12/11/22).
  • Vale lembrar que ativismo judicial é a atuação do Poder Judiciário que interfere de forma proativa e expansiva nas decisões políticas e sociais dos outros poderes (Legislativo e Executivo). Essa postura ocorre quando juízes interpretam a lei de maneira mais ampla para incluir implicações sociais e até mesmo criam normas para resolver casos.
  • O termo é frequentemente associado a uma maior intervenção do Judiciário, levando a debates sobre os limites da separação de poderes e a influência do Judiciário na política. Diferente da atuação tradicional, o Judiciário, em casos de ativismo, pode atuar em matérias tradicionalmente reservadas ao Legislativo e ao Executivo.
  • O agora ex-ministro e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Luis Roberto Barroso dá evidentes sinais de estar abalado pelo “inferno astral” que o atingiu. A decisão do governo dos EUA de revogar vistos de ministros do STF e de seus familiares, e de aplicar sanções relacionadas à Lei Magnitsky, resultou no cancelamento do visto de Barroso e afetou o cotidiano de seus filhos, com um deles decidindo não retornar aos EUA por precaução.
  • Barroso, que mantinha vínculos com a Harvard Kennedy School e costumava viajar aos EUA, foi afetado por essas sanções, que impactaram sua rotina de trabalho. Ele também não pode usufruir seu apartamento de milhões de dólares que mantém fechado em Miami.
  • As situações em que se encontram Pacheco e Barroso, cada um “per si" (locução latina que significa "por si só", "por si mesmo" ou "independentemente de outros", remete a conhecida frase de efeito “quem planta vento colhe tempestade” e significa que ações negativas ou más têm consequências ruins.
  • A frase tem origem bíblica e, em sua essência, transmite a ideia de que o mal que se faz retorna para quem o pratica. A frase é uma adaptação de um versículo do livro do profeta Oséias (Oséias 8:7), que diz: “Porque semeiam vento, colherão tempestade”.
  • Passivos do Master – banco mineiro oferecia CDB de 140% - revelados após liquidação já somam R$ 56 bilhões. Ativos da instituição, que compensariam dívidas, têm indicativos de também serem problemáticos.
  • Ainda durante a votação do PL Antifacção na Câmara o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mandou um recado a partidos de esquerda e avisou aos líderes do governo: todos os aliados deveriam votar para rejeitar, sumariamente, o substitutivo do relator, Guilherme Derrite (PP-SP).
  • Derrite demonstrou, mais uma vez, sua habilidade política ao modificar e adequar várias vezes o texto do PL para assegurar a vitória escorchante de 370 votos a 110, estes todos da esquerda que, mais uma vez, torna pública a opção do lado que defendem na questão da defesa dos interesses das vítimas e dos criminosos (Paulo Junqueira é advogado e produtor rural; é também presidente do Sindicato e da Associação Rural de Ribeirão Preto e da Assovale – Associação Rural Vale do Rio Pardo; 24/11/25)