25/09/2026

Lula, o político mais mentiroso da história do Brasil – Por Ronaldo Knack

Lula, o político mais mentiroso da história do Brasil – Por Ronaldo Knack

 Foto Reprodução-UOL

 

A caracterização do presidente Luiz Inácio como um "mentiroso contumaz" ou, alternativamente, como um líder pragmático é um tema de intenso debate político no Brasil, com visões profundamente polarizadas entre seus críticos e seus apoiadores. Como este é um assunto de opinião e interpretação política, diferentes setores da sociedade e da mídia apresentam argumentos distintos.

 

Críticos da oposição, opositores políticos e analistas mais severos frequentemente acusam o presidente de recorrer a distorções de fatos para obter vantagens políticas. Os principais pontos levantados por esse grupo incluem:

 

  • Mudanças de discurso: Críticos apontam o que consideram contradições históricas, como a mudança de postura do PT em relação a privatizações, alianças com partidos do chamado "Centrão" e políticas econômicas que antes eram criticadas pelo partido.

 

  • Dados e estatísticas: Agências de checagem de fatos (fact-checking) ocasionalmente classificam declarações do presidente sobre conquistas de seus governos anteriores ou dados socioeconômicos atuais como "imprecisas", "exageradas" ou "falsas".

 

  • Narrativas sobre corrupção: Opositores argumentam que o presidente tenta reescrever a história dos escândalos de corrupção (como o Mensalão e a Operação Lava Jato), minimizando desvios que foram comprovados e devolvidos aos cofres públicos.

 

“Não deixaremos que Lula reescreva a História

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer reescrever a História. Andou dizendo por aí que eleger José Dirceu como deputado seria uma “reparação histórica”. Esse embuste não é casual: faz parte do esforço dos petistas para caracterizar como perseguição política, passível de “reparação”, a justa punição que alguns de seus principais líderes receberam por protagonizar os maiores escândalos de corrupção da história brasileira.

 

Nisso inclui-se a versão petista segundo a qual Lula foi “absolvido” dos crimes pelos quais foi condenado no âmbito da Lava Jato. Contudo, no que depender deste jornal, bem como dos brasileiros que conservam alguma memória, nada disso vai prosperar.

 

O PT votou contra grandes marcos civilizatórios da redemocratização, a começar pela própria Constituição, passando pelo Plano Real até a Lei de Responsabilidade Fiscal, sem jamais dar sinal de compunção. Como a culpa pela pior recessão da Nova República foi de Deus e o mundo, exceto do governo petista, Lula nunca achou que deveria se escusar.

 

É por isso que a “reparação histórica” de que fala o presidente merece ser levada a sério – só que não no sentido pretendido por ele. Se Lula quer acertar as contas da História, convém abrir o livro inteiro. Nele estão as culpas que o petismo terceirizou, as vítimas que transformou em algozes e as desculpas que nunca deu. Lula cobra reparações, mas o Brasil ainda espera que ele pague o que deve. As urnas estão aí para lhe antecipar o troco” - Editorial O Estado de S.Paulo, 22/9/26

 

Fake News do Lula: Algumas das maiores mentiras da “alma mais honesta do País”

 

Apesar de acusar a direita e seus membros de espalhar fake news, é fato que o PT e Lula são especialistas nesta prática.

 

Chega a ser impressionante a hipocrisia do presidente Lula, que disse ser a “alma viva mais honesta do país”, sendo que anos antes, em entrevista para blogueiros amigos no Instituto Lula em 2014, ele admitiu que mentia sistematicamente quando estava na oposição.

 

“Eu cansei de viajar o mundo falando mal do Brasil. Era bonito a gente viajar o mundo e falar: “No Brasil tem 30 milhões de crianças de rua”. A gente ia citando números, sabe. Se um cara perguntasse a fonte, a gente não tinha”, disse.

 

Mas as mentiras compulsivas do petista não ficaram apenas no começo da sua carreira política. Segundo o levantamento da Gazeta, apenas em 2023, o primeiro ano do terceiro mandato de Lula, o petista se contradisse e mentiu pelo menos 30 vezes.

 

1 – Fake news do Lula sobre a Guerra da Ucrânia: “(Zelenski) é tão responsável quanto o Putin, porque uma guerra não tem apenas um culpado”

 

Para a Revista Time, em maio de 2022, Lula disse que tanto a Ucrânia quanto a Rússia eram culpados pelo conflito. Essa declaração ignora completamente que:

– A Rússia começou a guerra anexando a Criméia em 2014 e escalou o conflito em 2022, invadindo o país em várias frentes sem qualquer justificativa legal;

– A Ucrânia está apenas se defendendo de uma agressão não provocada;

– A ONU e a OTAN já condenaram a Rússia por crimes de guerra.

A mentira de Lula serviu para alinhar seu discurso à propaganda do Kremlin, minimizando a violência de um regime autoritário e desrespeitando o direito internacional.

Sua postura foi criticada por líderes mundiais e especialistas em geopolítica, que apontaram o erro estratégico de comparar agressor e vítima.

 

2 – Fake news do Lula: “Nos EUA o imposto sobre herança é de 40%”

 

Durante um discurso na Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) em julho de 2024, Lula defendeu mais impostos e citou um suposto imposto de 40% sobre herança nos EUA. Essa afirmação é profundamente enganosa porque:

– O Estate Tax (imposto federal sobre herança) só incide sobre patrimônios acima de US$ 13,6 milhões (limite de isenção de 2024), ou R$ 78,4 milhões atualmente. Além disso, o imposto é cobrado em apenas 12 estados e a taxação máxima varia de 18% a 40%;

– Menos de 0,1% dos contribuintes são afetados por essa tributação;

– Apenas 6 dos 50 estados aplicam o Inheritance Tax (imposto estadual), que varia de zero a 16%;

– Apenas Maryland cobra tanto o Inheritance Tax quanto o Estate Tax.

No Brasil, o ITCMD (Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação) chega a 8% em alguns estados, sem qualquer isenção generosa como a americana.

A distorção de Lula revela uma tentativa clara de justificar aumento de carga tributária com comparações distorcidas, enganando a população sobre como funcionam os sistemas fiscais nos EUA.

 

3 – Fake news do Lula: “O PIB do Brasil só voltou a crescer mais de 3% quando eu voltei ao poder”

 

Em março de 2025, durante um evento de reforma agrária em Minas Gerais, Lula afirmou que a economia brasileira só voltou a crescer mais de 3% ao ano após seu retorno ao governo federal. Os números, porém, desmentem essa narrativa:

– Em 2021, durante o governo Bolsonaro, o PIB cresceu 4,8%;

– Projeções para 2024 já foram revisadas para baixo devido à falta de reformas estruturais;

– O Banco Central prevê que o PIB crescerá apenas 1,9% em 2025, indicando uma estagnação da economia.

A tentativa de Lula de atribuir a si mesmo um suposto “milagre econômico” é mais uma inverdade para tentar reescrever a realidade.

 

4 – Fake news do Lula: “Nenhum projeto nosso foi recusado pelo Congresso”

 

Em discurso no Planalto em julho de 2024, Lula afirmou categoricamente que nenhum projeto de seu governo havia sido barrado pelo Congresso. Essa afirmação é falsa:

– O PL 2.633/2020 (conhecido como “PL da Censura”) foi rejeitado após forte pressão popular;

– A tentativa de trazer de volta o DPVAT (Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito) foi derrotada pela oposição;

– Mudanças nas Leis de Diretrizes Orçamentárias foram barradas por falta de apoio.

Essa fake news revela uma visão autoritária de governo, onde o Executivo age como se não devesse ter seus projetos questionados. Em uma democracia saudável, o Congresso existe justamente para filtrar medidas ruins ou inconstitucionais.

 

5 – Fake news do Lula sobre a Lava Jato: “Me condenaram sem provas”

 

Lula disse, em uma carta publicada na Folha de SP, em julho de 2018, que “Me prenderam com uma condenação sem provas, em uma sentença que me envia para a prisão por ‘atos indeterminados” na Operação Lava Jato.

O petista foi condenado por dois casos de corrupção passiva com provas abundantes:

– No caso do triplex do Guarujá, havia recibos de reformas pagas pela OAS;

– No caso do sítio de Atibaia, foram encontradas notas fiscais de benfeitorias bancadas por empreiteiras e os pedalinhos no local tinham os nomes dos netos de Lula;

– Delações premiadas da Odebrecht e Camargo Corrêa confirmaram o esquema de corrupção envolvendo Lula.

Seu processo foi anulado por suspeição de Sergio Moro, não por ausência de provas. O que por si só é bastante questionável, considerando que vários juízes referendaram a decisão do ex-juiz do Paraná de prender o petista e até aumentaram a pena.

Lula tenta reescrever a história, mas os documentos judiciais permanecem como prova de seu envolvimento no maior esquema de corrupção da história do Brasil.

 

6 – “O PT acabou com a fome no Brasil”

 

Lula repete incessantemente que “erradicou a fome” em seus governos, como em entrevista ao Flow Podcast em outubro de 2022. Apesar disso, os dados mostram outra realidade:

– Em 2013, considerado o melhor ano no combate à fome, ainda havia 7,2 milhões de brasileiros em insegurança alimentar grave de acordo com o IBGE;

– O Brasil saiu do Mapa da Fome da ONU (que considera aceitável índices abaixo de 2,5%), mas nunca zerou o problema;

– Lula repetiu essa mentira em 24 ocasiões diferentes, segundo a agência Aos Fatos, sempre alegando que a fome só voltou em 2018.

Em 2023, a fome ainda atingia pelo menos 4,1% da população, mostrando que a narrativa petista é mais marketing do que realidade. Programas sociais ajudaram, mas a mentiras de Lula de que “acabou com a fome” é uma deturpação grosseira dos fatos.

 

7 – “Na Venezuela, há democracia”

 

Durante a visita do ditador venezuelano, Nicolás Maduro, ao Brasil em maio de 2023, Lula afirmou: “Eu acho, companheiro Maduro, que é preciso que você saiba a narrativa que se construiu contra a Venezuela. Da antidemocracia, do autoritarismo”.

As evidências que provam que a Venezuela é uma ditadura são vastas:

– Eleições fraudulentas pelo menos desde 2018, com exclusão de candidatos opositores;

– Prisão de líderes opositores como Leopoldo López e Juan Guaidó;

– Controle absoluto da mídia, com fechamento de veículos independentes;

– Relatórios da ONU acusam Maduro de crimes contra a humanidade.

A Venezuela é classificada como “não livre” pelo Freedom House e como ditadura pelo Economist Intelligence Unit. Essa fake news serve apenas para proteger um regime socialista falido e violento.

8 – “No nosso primeiro mandato, nós tiramos 36 milhões da pobreza”

 

Lula repete como mantra que “tirou 36 milhões da miséria”. Em julho de 2023, durante um evento no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, ele disse: ”No nosso primeiro mandato, nós tiramos 36 milhões de pessoas da extrema pobreza”.

Os dados mostram uma realidade mais complexa:

– Muitos saíram da pobreza extrema, mas permanecem na pobreza;

– Após a crise de 2015 (causada pelo governo Dilma), a pobreza aumentou 33% entre 2014 e 2017;

– Segundo o IPEA, de 2002 a 2012, foram 8,4 milhões de pessoas que saíram da linha da pobreza. Número mais de quatro vezes menos do dito pelo petista.

O sucesso momentâneo deveu-se mais ao boom das commodities (2003-2014) do que a políticas estruturais. Lula omite que esses ganhos foram temporários e insustentáveis.

 

9 – “O impeachment de Dilma foi golpe”

 

Lula e o PT chamam o impeachment de Dilma de “golpe”. O presidente repetiu essa narrativa em um discurso oficial no Dia das Mulheres em 2023, mas os fatos mostram que:

– Dilma cometeu crime de responsabilidade fiscal (pedaladas);

– O processo seguiu todos os ritos constitucionais;

– Foi aprovado por 367 deputados e 61 senadores de diversos partidos.

A narrativa de “golpe” é uma fake news de Lula para vitimizar o PT e distorcer um processo legal previsto na Constituição. Nenhum país democrático considera impeachment como golpe quando feito dentro da lei.

 

10 – “A esquerda nunca invadiu os três poderes”

 

Após os atos de vandalismo do 8 de janeiro, Lula disse que a esquerda nunca invadiu os prédios dos três poderes em Brasília. Isso é pura e simplesmente mentira:

– 2006: MST invadiu o Congresso, depredou o local e deixou dezenas de seguranças feridos. Um deles ficou em coma e quase morreu por afundamento craniano;

– 2013: MST e black blocs depredaram o Congresso durante protestos;

– 2017: Ativistas de esquerda incendeiam os prédios na Esplanada dos Ministérios em protestos contra o governo Temer;

Enquanto condena os eventos de 8/1, Lula ignora a violência promovida por seus aliados. A fake news de Lula tenta criar uma falsa equivalência moral entre atos distintos.

As mentiras do petista não são meros equívocos, mas ferramentas de manipulação política. Seja para defender ditaduras, inflar conquistas ou atacar adversários, o presidente usa a desinformação como estratégia de poder.

Em um país que precisa de transparência, essas inverdades só aumentam a polarização e enfraquecem o debate público (Transcrito do Site do Partido Novo)

 

 

As maluquices de Salles, Tebet e Marina candidatos ao Senado por São Paulo

 Deputado Federal Ricardo Salles (Novo/SP) - reprodução Folha de São Paulo

 

Ricardo Salles deixou o Ministério do Meio Ambiente em 23 de junho de 2021, em meio a fortes pressões políticas e investigações da Polícia Federal. Ele foi alvo da Operação Akuanduba, que apurava crimes de corrupção, prevaricação e facilitação de contrabando associados a um esquema de exportação ilegal de madeira.

 

Ele também era investigado em outro inquérito (Operação Andros) sobre suposta obstrução de investigações de desmatamento ilegal. Além disso, sua gestão enfrentava intensa pressão internacional e desgaste político.

 

Durante o debate promovido pelo UOL/Folha com os candidatos ao Senado por São Paulo, Ricardo Salles evitou antecipar um voto direto e favorável a um eventual impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Salles afirmou que qualquer processo de investigação deve seguir o devido processo legal, a ampla defesa e o contraditório. Ao portal Terra, ele disse não considerar o impeachment de autoridades algo traumático para o país, mas ponderou que a pena só deve ser imposta caso haja comprovação efetiva de crime de responsabilidade ao fim da investigação.

Depois de denunciar a gestão do presidente sub judice da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo – Faesp/Senar, o deputado federal Ricardo Salles (Novo/SP) gravou vídeo nas redes sociais pedindo apoio e votos à sua candidatura ao Senado por São Paulo

 

Depois de propor investigação do Tribunal de Contas da União no Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em São Paulo em razão de denúncias de irregularidades que estariam sendo cometidas por Tirso Meirelles, presidente do Senar/SP e presidente sub judice da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo – Faesp (Ver matéria publicada em 31/8/26 sob o título “SP: Deputado muda de lado para angariar apoio à sua candidatura ao Senado” em https://www.brasilagro.com.br/conteudo/sp-deputado-muda-de-lado-para-angariar-apoio-a-sua-candidatura-ao-senado.html o deputado Ricardo Salles gravou vídeo com Tirso Meirelles no qual ele “manifesta apoio e pede votos” para Ricardo Salles.

Imagem reuters

Já a sul-mato-grossense e ex-ministra do Planejamento do desgoverno Lula, Simone Tebet (“Lula ladrão e corrupto”), do PSB, no debate Estadão/Faap promovido na última 4ª feira, sugeriu que os “políticos tem que roubar menos”. A fala provocou profundo mal-estar entre os outros candidatos e a quem assistia ao evento destacando-se a imediata intervenção do deputado federal Guilherme Derrite (PP/SP, também candidato ao Senado que a corrigiu: 

imagem  Facebook Guilherme Derrite

Deputado Guilherme Derrite questionou “autoridade moral” de Simone Tebet

 

““A classe política não tem que roubar menos, como você falou. A classe política não pode roubar. A senhora falou: 'tem que roubar menos'. Não pode roubar de jeito nenhum. E talvez essa sua tolerância com a corrupção que acaba fazendo com que a senhora seja incoerente”. Derrite também questionou a autoridade moral de Tebet por ela ter integrado o governo Lula.

Reprodução O GLOBO

 A acreana e ex-ministra do Meio Ambiente do desgoverno Lula (“Ele foi punido por graves crimes de corrupção") e candidata pelo Sustentabilidade ao Senado por São Paulo

 

As principais críticas e questionamentos à gestão de Marina Silva à frente do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima envolvem tanto o setor governamental e o Congresso quanto o setor produtivo e a oposição

 

Integrantes do governo e parlamentares apontaram, em momentos de crise aguda como nas queimadas na Amazônia e no Pantanal, o que classificaram como falta de ações mais incisivas e imediatas, argumentando que os resultados práticos ficaram abaixo do esperado.

 

Setores ligados ao agronegócio e parlamentares da oposição frequentemente criticam a ministra por rigidez excessiva na concessão de licenças ambientais e por um suposto alinhamento excessivo com diretrizes de ONGs internacionais, gerando embates frequentes em comissões do Congresso.

 

Em suas gestões históricas (como no primeiro e segundo mandatos de Lula) e na fase recente, analistas e aliados apontam o isolamento político da ministra em pautas de infraestrutura de alto impacto — a exemplo de hidrelétricas, exploração de petróleo e transposição de rios —, cujos projetos econômicos endossados pelo governo colidiram com suas posições preservacionistas.

 

Críticos no Congresso Nacional argumentam que a comunicação da ministra prioriza explicações conceituais e estruturais em detrimento de respostas imediatas e pragmáticas para os problemas cotidianos do setor produtivo e das crises climáticas.

 

O desgoverno Lula-Petista quebrou a economia graças à incompetência e corrupção desenfreada

(Ronaldo Knack é Jornalista e bacharel em Administração de Empresas e Direito. É também fundador e editor do BrasilAgro, o site nº 1 do agro brasileiro; 25/9/26)