O prazo de validade do Lula expirou – Por Paula Sousa
Presidente Lula da Silva. Foto Reprodução Redes Sociais
O mundo está vendo o que muita gente aqui ainda finge não enxergar: o estoque de ilusões do PT acabou e o produto que sobrou na prateleira está mofado. Não sou eu quem está dizendo — embora a realidade grite isso a cada ida ao supermercado — são as manchetes dos principais jornais e revistas do planeta. O veredito internacional é unânime: Lula virou um "homem do passado" tentando sobreviver em um presente que não o aceita mais.
O fantasma de Biden assombra o Alvorada
A revista Bloomberg foi cirúrgica ao publicar: "Lula enfrenta o fantasma da derrota eleitoral de Joe Biden no Brasil". A comparação não é apenas uma força de expressão; é um diagnóstico de óbito político. Assim como Biden, Lula insiste em ser o rosto de um projeto que o eleitorado já rejeitou. A Exame ecoou o alerta, reforçando que o isolamento e a teimosia do atual presidente brasileiro seguem a mesmíssima cartilha que enterrou os Democratas nos EUA.
O paralelo é claro: Biden demorou tanto a sair de cena que, quando passou o bastão para Kamala Harris, o desastre já era inevitável. No Brasil, o movimento é parecido. A Bloomberg Línea crava sem dó: "Homem do passado: Lula encara desgaste político e se arrisca a repetir erro de Biden". Ele é uma peça de museu tentando rodar um software moderno. Suas ideias de "roubar de uns para dar a outros" não colam mais em uma sociedade que viu o Pix facilitar a vida de todos sem precisar de burocracia estatal.
A mágica dos números e a realidade das gôndolas
A Bloomberg trouxe à tona um termo que define bem o atual governo: Shrinkflation (ou "reduflação" na prática). Sabe aquela barra de chocolate que diminui de tamanho, mas mantém o preço? Pois é.
Enquanto o IBGE, sob a batuta ideológica de Márcio Pochmann, tenta martelar números para fazer parecer que vivemos no país das maravilhas, o povo sente a "inflação oculta" no bolso. Não adianta o estatista de plantão criar números aleatórios; o consumidor sabe que está pagando o mesmo para levar menos. A tentativa de maquiar a economia é tão tosca que até a imprensa estrangeira já percebeu que os dados técnicos foram substituídos por narrativas.
Lula teve a sorte das commodities no passado. Agora, a sorte acabou e sobrou apenas a incompetência. Enquanto ele viaja e se diverte com jatinhos e festinhas de luxo — ignorando escândalos como os do Banco Master — o brasileiro comum não consegue fechar a conta do mês.
A patética encenação da juventude

Foto Reprodução Blog GZH
Para tentar disfarçar a data de validade vencida, o marketing petista apela para o ridículo. O jornal britânico The Guardian — que nem de longe é de direita — publicou: "Lula, de 80 anos, transmite treinos ao vivo antes da eleição contra rival com metade da sua idade".
É constrangedor. Ver um senhor de quase 80 anos fazendo live de malhação e dando soco no ar para parecer vigoroso diante de adversários com metade da sua idade chega a ser patético. O problema não é a velhice do corpo, que é natural a todos nós, mas a podridão das ideias. Lula está preso em uma mentalidade de 1970, achando que pose de academia resolve a falta de projeto de país. O espírito dele envelheceu e o Brasil não quer mais ser governado por conceitos bolorentos.
A "boquinha de jacaré" e o desespero da esquerda
Se você quer ver um esquerdista chorar, mostre a ele um agregador de pesquisas. Os dados do PollingData mostram o que eles chamam de "boquinha de jacaré" abrindo: Flávio Bolsonaro subindo e Lula caindo. A diferença de 47% contra 44% já está fora da margem de erro.
O desespero é tão grande que o site Brasil 247, o porta-voz oficial do lulismo, começou a falar em "Terrorismo eleitoral com pesquisas".
Engraçado, não é? Quando os números favoreciam o "pai dos pobres", eram ciência pura; agora que mostram o derretimento, são terrorismo. O próprio 247 já admite o "mal estar social e eleições", provando que até os aliados mais fiéis sentem o cheiro de queimado no ar.
O pânico é real. A revista Veja revelou que, com o "Lula estagnado, PT financia bombardeio contra Flávio Bolsonaro nas redes sociais". Já gastaram quase R$ 400 mil em anúncios para atacar o oponente, e o resultado? Zero. O eleitor não é mais bobo. Nem as fake news financiadas com dinheiro partidário estão conseguindo estancar a sangria de popularidade.
O fim da linha está próximo
Até a CNN destaca que "Aliados veem Lula estagnado em pesquisa e cobram reação do petista". Mas que reação? O homem não tem o que oferecer. O estoque de promessas de picanha e cervejinha acabou. A revista Fórum alerta que a "Pesquisa Quaest é determinante e potencialmente grave para o cenário Lula x Flávio Bolsonaro". Se até a Quaest — o instituto mais "amigo" do rei — está indicando tempestade, é porque o naufrágio é iminente.
A esquerda internacional já começa a ventilar balões de ensaio, como sugere o Brasil 247 ao citar o "esgotamento de Lula e candidatura do Haddad". Eles sabem que o "produto Lula" estragou. Estão tentando desesperadamente achar um substituto, mas a verdade é que o povo brasileiro cansou de ser enganado por embalagens velhas com nomes novos.
Lula não é mais o futuro; ele é um fantasma que insiste em assombrar o presente. O artigo da Bloomberg não foi apenas uma matéria, foi um aviso de validade. E, convenhamos, ninguém gosta de consumir algo que já passou do ponto há muito tempo. O cheiro de derrota está no ar, e não há live de malhação que consiga disfarçar o cansaço de uma liderança que simplesmente não pertence mais a este tempo. (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista: 15/4/2026)

