23/02/2026

O reinado de Lula: Mentiras, bilhões e o caos – Por Paula Sousa

O reinado de Lula: Mentiras, bilhões e o caos – Por Paula Sousa

Imagem Reprodução Blog Vespeiro

 

O terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, longe de ser a "reconstrução" prometida, tornou-se um laboratório de isolamento político, asfixia econômica e um cerco jurídico que pode, finalmente, dar um fim à sua carreira política. Enquanto Lula se tranca em uma bolha de luxo e ideologia, o Brasil real — cristão, conservador e trabalhador — prepara o desembarque.

 

A bolha palaciana e o divórcio com o Brasil real

 

Lula governa hoje para um espelho. Como bem analisou o articulador político Romero Jucá, o atual governo cometeu um erro estratégico fatal: abandonou a "Frente Ampla" de 2022 para se tornar uma chapa pura de esquerda radical. O resultado? Um isolamento total no Congresso.

 

Lula acredita que ainda vive nos anos 90, quando a mídia tradicional detinha o monopólio da verdade. Ele não entende a internet e a descentralização da informação. Por isso, sua obsessão em "regular" redes sociais e culpar as Big Techs. Ele perdeu o controle da narrativa e, incapaz de convencer o povo através dos fatos, tenta calar as plataformas. Lula não conhece o brasileiro; ele ignora que a maioria é conservadora e cristã, valores que ele agride diariamente com sua agenda globalista.

 

Enquanto isso, a oposição se movimenta com inteligência. Flávio Bolsonaro tem demonstrado uma habilidade política incrível: a costura com o Centrão. Por mais que o eleitor médio despreze o pragmatismo desse grupo, a política em Brasília é um jogo de xadrez, e Flávio está posicionando suas peças para um governo muito mais amplo e estável em 2026, atraindo aqueles que Lula, em sua soberba, expulsou.

 

O "tiro no pé" da Sapucaí e o cerco jurídico

 

O desespero por adoração levou o governo a um erro primário: o desfile da Acadêmicos de Niterói. O que deveria ser uma ode ao "grande líder" tornou-se uma prova material de crime eleitoral. O Partido Liberal (PL) entrou com uma Ação de Produção Antecipada de Provas no TSE, direcionada ao Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral.

 

A acusação é grave: Abuso de Poder Político e Econômico. O desfile extrapolou a arte e virou uma peça de marketing biográfico paga, indiretamente, com recursos que envolvem até a Prefeitura do Rio, que reservou camarotes exclusivos para Lula e Janja. O TCU (Tribunal de Contas da União) já identificou indícios de ofensa ao Princípio da Impessoalidade.

 

O PL usa agora a "arma" do próprio sistema: a jurisprudência que tornou Jair Bolsonaro inelegível. Se o rigor for o mesmo, Lula está em maus lençóis. A ação busca garantir provas (sigilos e notas fiscais) agora, para que, no registro da candidatura, a inelegibilidade seja inevitável.

 

A tese da inconstitucionalidade: O quarto mandato é ilegal

 

Para além dos crimes eleitorais, surge uma barreira institucional intransponível. Segundo o jurista Ricardo Sayeg, em artigo para a Consultor Jurídico (ConJur), a própria candidatura de Lula em 2022 já flertou com a ilegalidade. A Constituição Brasileira, no Artigo 14, § 5º, permite a reeleição para um único período subsequente.

 

A tese de Sayeg é clara: o espírito republicano exige a alternância de poder. Permitir um terceiro e um quarto mandato (como Lula deseja em 2026) é criar um "modelo Putin" no Brasil, onde o líder se eterniza através de brechas. A alternância é uma cláusula pétrea da democracia, e Lula, ao tentar o quarto mandato, rasga a Constituição de 88.

 

Bilhões no cartão e o luxo de Janja: A hipocrisia escancarada

 

Lembra-se de quando a imprensa "pegava no pé" de Bolsonaro por causa de um lanche no mercadinho? Pois bem, o silêncio agora é ensurdecedor. Lula já torrou R$ 1,4 bilhão no cartão corporativo. É um valor 50 vezes maior que o de Bolsonaro, e o detalhe mais sórdido: a maioria dos gastos está sob sigilo, aquele mesmo sigilo que Lula prometeu acabar em campanha.

 

Enquanto o povo luta para pagar o boleto, os dados vazados pela Revista Veja e pelo Portal da Transparência mostram gastos nababescos com iFood, hotéis de luxo e reformas. O contraste é humilhante para o brasileiro:

 

  • Michelle Bolsonaro: Criticada por um enxoval de R$ 35 mil para o Alvorada.
  • Janja Silva: Gastou R$ 26 milhões em reformas e móveis de luxo, com enxovais de R$ 130 mil.

 

Lula viaja o mundo com o pretexto de "trazer negócios", mas volta apenas com fotos ao lado de ditadores e contas bilionárias para o contribuinte pagar.

 

Economia em frangalhos: O tarifaço que pune o pobre

 

A economia de Lula é baseada em uma mentira matemática: "taxar os ricos para dar aos pobres". Na prática, os ricos e as empresas estão fazendo o óbvio: fugindo. A indústria brasileira está migrando em massa para o Paraguai, onde os impostos são humanos.

Como o dinheiro dos ricos fugiu e os gastos de Lula só aumentam, a herança de Haddad apelou para o tarifaço. Foram aumentados impostos de importação para mais de 1.000 produtos, atingindo em cheio smartphones, computadores e bens de informática.

 

O impacto é perverso:

 

  1. Destruição de Investimentos: Ao taxar "Bens de Capital", o governo impede que a indústria nacional se modernize.
  2. Punição ao Pobre: Quem mais depende de um celular barato para trabalhar ou se informar é o pobre. Ao encarecer a tecnologia, Lula comete um crime social, mantendo o povo na escuridão digital para que voltem a ser dependentes da narrativa da "TV oficial".

 

Rico não paga tarifa; ele compra fora ou repassa o preço. Quem paga a conta do smartphone mais caro é o trabalhador que Lula diz defender.

 

O pânico das pesquisas e a rejeição recorde

 

A verdade está aparecendo nos números. Um vazamento interno da Atlas Intel (parceria Bloomberg), divulgado pela jornalista Mônica Bergamo, causou pânico no Planalto. O "tracking" (pesquisa diária) mostrou algo que o governo tentou esconder: Flávio Bolsonaro já aparece à frente de Lula em simulações de segundo turno.

 

A rejeição de Lula explodiu, batendo os 49,7%. O povo cansou da arrogância e da carestia. O efeito do "Carnaval político" foi catastrófico: a imagem de Lula está colada à de um governo que gasta muito e entrega pouco. A perseguição contra Jair Bolsonaro não destruiu o bolsonarismo; pelo contrário, transferiu o capital político para seus herdeiros, que agora surgem com menor rejeição e maior capacidade de diálogo.

 

Conclusão: O despertar do Brasil

 

Lula é hoje um político anacrônico, cego pelo poder e cercado por bajuladores que não o deixam ver a realidade das ruas. Ele mente sobre a economia, esconde seus gastos bilionários e tenta mudar as regras do jogo jurídico para se manter no trono.

 

A informação não está mais nas mãos dele. Entre o luxo de Janja e o tarifaço de Haddad, o povo escolheu a liberdade. A inconstitucionalidade de seu mandato e os processos por abuso de poder são apenas o começo do fim. O ladrão corrupto que prometeu picanha e entregou impostos está vendo seu tempo acabar. 2026 não será apenas uma eleição; será o acerto de contas de uma nação que não aceita mais ser governada por mentiras. (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 23/2/2026)