Por que Xandão e a esquerda tremem com Alfredo Gaspar vice–Por Paula Sousa
A esquerda brasileira é previsível até o limite do ridículo. Bastou Flávio Bolsonaro anunciar o nome do seu vice para a corrida presidencial de 2027 que a máquina do desespero acionou o modo de pânico total. Se Flávio tivesse indicado uma porta, a militância de crachá e a imprensa amiga teriam inventado um passado sombrio para a madeira. Contudo, quando o escolhido foi Alfredo Gaspar, o tiro não apenas saiu pela culatra: estourou diretamente na cara dos acusadores.
Na tentativa desesperada de manchar a reputação do vice anunciado, a oposição resgatou uma ilação mofada de 2014 em Alagoas sobre um suposto crime. Uma fofoca velha, totalmente investigada, arquivada e esclarecida, que envolveu um parente do deputado e na qual exames de DNA comprovaram que Alfredo Gaspar jamais teve qualquer relação com os fatos. Mas a verdade nunca foi o forte dessa turma. No calor do encerramento da CPMI do INSS — onde Gaspar foi relator e fez a esquerda sangrar —, os parlamentares Lindbergh Farias e Soraya Thronicke ouviram a história de orelhada e saíram repetindo feito papagaios amestrados.
O resultado? Um espetáculo pastelão de covardia. Assim que a poeira baixou e a ressaca da "farinha de trigo" passou, o famoso "Lindinho" da Lava Jato percebeu o tamanho da burrada jurídica em que se meteu. Ao inventar e propagar uma mentira gravíssima sem prova alguma, cometeu crime de calúnia.
A reação do deputado alagoano foi imediata e implacável: notícia-crime no Supremo Tribunal Federal por coação e calúnia, representação na Procuradoria-Geral da República, acionamento no Conselho de Ética, pedido de danos morais e até uma petição cautelar se colocando voluntariamente à disposição para coleta de material genético.
Ao ver a cobrança bater à porta, o valentão de microfone murchou. A CNN noticiou o vexame na manchete: “Lindbergh baixa tom e busca PL para falar de acusação contra vice de Flávio”. Lindbergh correu atrás de interlocutores do PL pedindo "pacificação" e tentando tirar o corpo fora com desculpas esfarrapadas de que apenas repassou fofoca de terceiros.
É o retrato acabado do esquerdista típico: arrogante no ataque, um fracassado assustado quando precisa responder pelos próprios atos.
A imprensa tradicional, que adora soltar fogos com qualquer narrativa contra a direita, teve que engolir a seco o próprio erro. A Folha de S. Paulo publicou um vexatório e categórico texto de retificação nas redes sociais: “ERRAMOS: O deputado Alfredo Gaspar não é investigado no STF sob acusação de estupro de vulnerável, como afirmado em versão anterior do texto”.
Por sua vez, o portal Metrópoles expôs as manobras do Judiciário ao destacar: “O vice de Flávio, a PGR pediu diligências em maio, mas o STF só enviou ontem”. O órgão ministerial, sob o comando do PGR Paulo Gonet, nem sequer emitiu parecer para abertura de inquérito porque sabia que não havia rigorosamente nada ali. O “excelentíssimo” Gilmar Mendes aguarda manifestações da Polícia Federal e da PGR, mas a investigação natimorta só serve para mostrar o desespero de quem tenta fabricar narrativas do zero.
A pergunta que fica é: por que tanto pânico em relação a Alfredo Gaspar? Para entender a tremedeira na Esplanada, basta olhar a história do homem e o xadrez político que a sua indicação provocou.
Alfredo Gaspar não é um político de gabinete montado ontem. Foi promotor de Justiça, chefiou o Ministério Público de Alagoas e passou a vida inteira enfrentando o crime organizado cara a cara — justamente aqueles criminosos que servem de base eleitoral e xodó pedagógico para a esquerda. Na CPMI do INSS, ele provou do que é feito. Foi ele quem furou o esquema de blindagem que o PT montou para proteger seus comparsas.
Foi ele quem teve a coragem de pedir a prisão de Lulinha, filho do presidente Lula, e assinou o indiciamento de 216 pessoas. Alfredo Gaspar tem nas veias o sangue guerreiro e altivo do povo nordestino. Coragem é a palavra que o define — a mesma coragem que marca Flávio Bolsonaro e que o Brasil precisa ver na Presidência a partir de 2027.
Além do histórico moral moralizador, a escolha de Gaspar desarticulou o esquema de poder do sistema em Brasília. Como analisou o G1: “Análise: Escolha de Alfredo Gaspar como vice de Flávio Bolsonaro beneficia Lira em Alagoas”. Ao sair da disputa direta ao Senado por Alagoas, onde liderava as pesquisas ao lado de Arthur Lira, Gaspar libera o caminho e transfere um contingente decisivo de votos da direita para Lira. Com isso, Arthur Lira consolida sua eleição ao Senado, sufocando o oligarca Renan Calheiros e desembarcando em Brasília em 2027 com força total para disputar e vencer a presidência do Senado Federal.
E é aí que o pesadelo do Judiciário e da esquerda se torna real. O portal O Antagonista colocou o dedo na ferida ao revelar o teor das conversas de bastidor na matéria: “O segredo de Moraes, Lula e Alcolumbre”. O pânico generalizado no consórcio de poder deriva do medo de Davi Alcolumbre perder a presidência do Senado em 2027. Alcolumbre é a peça-chave usada para segurar e engavetar todos os pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal, funcionando como o escudo protetor do ministro "Xandão".
Com Arthur Lira presidindo o Senado e uma bancada de direita forte e corajosa composta por mais de 41 senadores, a blindagem de Moraes cai por terra. A reunião secreta entre Lula, Moraes e Alcolumbre nada mais foi do que um encontro de emergência de quem percebeu que o cerne da sua impunidade está com os dias contados.
Toda a lama atirada contra Alfredo Gaspar evaporou, deixando exposta a pequenez dos seus detratores. Passou da hora da esquerda sofrer as duras consequências das suas jogadas sujas e dos seus golpes de narrativa.
Esta chapa formada por Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar representa o Brasil de verdade: o Norte, o Sul, o Nordeste e o Sudeste unidos em torno do trabalho, da família, da honestidade e da nossa fé. O Nordeste não é curral eleitoral do PT e merece muito mais do que décadas de atraso e demagogia. Chega de roubalheira, chega de corrupção! O sangue guerreiro do Nordeste e a força da direita brasileira mostrarão que o país pertence ao seu povo, e não ao sistema.
Sobre a autora:
Paula Sousa é historiadora, professora com 8 anos de docência nas áreas de Humanas e pós-graduada em Gestão Pública. Com especializações que vão do Processo Legislativo e Finanças à Inteligência Artificial Generativa, é articulista e roteirista focada em geopolítica, história e socioeconomia — com produções para veículos como o Visão Libertária. É também palestrante e membro do Instituto Cultural Voluntários pelo Brasil (7/8/2026)

