RS registra foco de gripe aviária em aves silvestres na Reserva do Taim
O vírus foi identificado em aves silvestres da espécie cisne-coscoroba — Foto Charles J. Sharp-Wikimedia Commons
Descoberta não afeta a condição sanitária do Estado e do país como livre da doença.
O governo do Rio Grande do Sul informou nesta terça-feira (3/3) que detectou foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1), conhecida como gripe aviária, em aves silvestres encontradas na Lagoa da Mangueira, no município de Santa Vitória do Palmar, na Reserva do Taim.
Segundo a Secretaria da Agricultura do RS, a infecção pelo vírus da gripe aviária em aves silvestres não afeta a condição sanitária do Estado e do país como livre de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), não impactando o comércio de produtos avícolas.
O vírus foi identificado em aves silvestres conhecidas como cisne-coscoroba.
A notificação de animais mortos ou doentes foi atendida pelo Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul (SVO-RS), no dia 28 de fevereiro, e as amostras coletadas foram enviadas para o Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas (LFDA-SP), que confirmou a doença.
De acordo com o diretor do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), Fernando Groff, serão conduzidas medidas de vigilância e prevenção nas criações de subsistência locais.
"O Rio Grande do Sul convive com o vírus da influenza desde 2023, e temos priorizado as atividades de prevenção e reforço das condições de biossegurança das granjas avícolas, de forma contínua, visando proteger o plantel avícola e manter a condição sanitária do nosso Estado”, ressaltou (Globo Rural, 3/3/26)

