10/02/2025

Tarcísio deve atender reivindicações dos produtores de amendoim e laranja

Tarcísio deve atender reivindicações dos produtores de amendoim e laranja

Imagem Reprodução Estadão

 

Por Paulo Junqueira

 

Nos últimos dias, quatro assuntos relevantes ganharam espaço nas redes sociais e na mídia: o temor de que os produtores de gado puro de origem, de amendoim e laranja possam perder parte significativa de suas rendas com o aumento do ICMS no Estado de São Paulo; a tentativa de Lula & Entorno de mudarem a Lei Universal da Oferta e Procura; o corajoso pronunciamento do deputado federal Hugo Motta (Republicanos – PB) novo presidente da Câmara Federal afirmando que no 8 de janeiro não teve golpe; e, o resultado da 28ª edição da Global CEO Survey, realizada globalmente pela PwC e que revela que 44% dos CEOs do agro temem que suas empresas não sejam viáveis em 10 anos.

 

O governador Tarcísio de Freitas já resolveu o problema dos pecuaristas e acreditamos, com certeza absoluta, que nas próximas horas também atenderá a demanda dos produtores paulistas de amendoim e laranja. Para tanto vale ressaltar o empenho do secretário Guilherme Piai, da Agricultura que vem mantendo canal direto com os produtores levando ao governador e à Assembleia Legislativa os argumentos para que o eventual aumento do ICMS seja sustado e possa trazer prejuízos ao setor produtivo.

 

Dados do Cepea/Esalq/USP indicam que o PIB do agronegócio do Estado de São Paulo foi de R$ 609,7 bilhões em 2023, representando 18,9% do PIB total do Estado, 5,6% do PIB total brasileiro e 23,6% do PIB do agronegócio brasileiro. Vale lembrar   que o governador Tarcísio de Freitas vem se destacando por implantar em nosso Estado uma gestão séria, eficiente e eficaz.

 

Além do que, sempre esteve ao lado e conta com o apoio dos produtores rurais. Haja vista, o resultado das eleições municipais do ano passado, quando os políticos conectados e comprometidos com o agro elegeram a maioria dos prefeitos, vices e vereadores dos municípios paulistas.

 

Lula 3: Foco na mudança da Lei Universal da Oferta e Procura com narrativas falaciosas que já não enganam mais ninguém. Foto Reprodução Eduardo Anizelli

 

A confiança que os produtores rurais paulistas depositam no governador Tarcísio de Freitas contrasta com o que pensam e esperam do presidente Lula que desde antes das eleições de 2022 até os dias de hoje não apresentou um projeto da economia para o País. Narrativas, blefes, ameaças e inconsistências, separadas ou juntas, denotam que Lula & Entorno estão focados em mudar os fundamentos da Lei Universal da Oferta e Procura, fenômeno que determina os preços dos produtos e serviços. 

Marqueteiro Sidonio Palmeira tem a missão de transformar a imagem de Lula 3 que está identificada com a de um político com mentalidade analógica, retrógrada e com validade de tempo vencida – Foto Agência Brasil

 

Os áulicos de Lula 3 a cada dia apresentam novas soluções para os velhos problemas. Com mentalidade analógica, não entenderam ainda que a mídia só será eficiente e trará resultados caso os serviços e produtos oferecidos aos consumidores e eleitores, tenham qualidade e validade de prazos. Não há mágica nem milagre que possa reverter esta linha de raciocínio. Ou seja, trocar Paulo Pimenta por Sidonio Palmeiras não resolverá nenhum problema, principalmente o da comunicação.

Ex-presidente Jair Bolsonaro e deputado federal Hugo Motta (Republicanos – PB), presidente da Câmara Federal, para quem o 8 de janeiro não foi golpe e sim ação de minoria de arruaceiros que devem pagar pelos prejuízos causados com a invasão de bens públicos. Fotos Blog DCM

Há de se louvar e enaltecer a coragem do jovem deputado paraibano Hugo Motta (Republicanos), recém eleito e empossado na presidência da Câmara Federal que, em entrevista, declarou que o 8 de janeiro não teve golpe. Teve isto sim, ações de pequena minoria de irresponsáveis que depredaram e invadiram bens públicos e que devem ser por isto responsabilizados. Hugo Motta trouxe a esperança aos que, como nós, acreditam na verdadeira e autêntica Justiça e que não se sentem à vontade com os excessos cometidos pelo Poder Judiciário.

Por fim, o resultado da pesquisa global da PwC, mostrando que 44% dos CEOs do agro temem que suas empresas não sejam viáveis em 10 anos, nos leva a rever conceitos que atualizados hoje perderão rapidamente a sua funcionabilidade. Não dá para desassociar o conhecimento, a tecnologia e a pesquisa na atividade de produção rural. Ao contrário, o que temos feito e produzido nos últimos anos deve nortear a busca e aperfeiçoamento da eficiência e da produtividade.

 

A responsabilidade nas escolhas dos nossos líderes, políticos e mesmo representantes das categorias profissionais que colocam o Brasil como o grande protagonista mundial de produção de alimentos, fibras e biocombustíveis, é grande e determinante para o enfrentamento interno e externo que devemos ter.

 

Estes desafios só serão vencidos com investimentos e trabalho, muito trabalho. Se há um fator que nos caracteriza e destaca como produtores rurais, é justamente a nossa vocação de fé e ao trabalho! (Paulo Junqueira é advogado e produtor rural. É também presidente do Sindicato e da Associação Rural de Ribeirão Preto e da Assovale – Associação dos Produtores Rurais do Vale do Rio Pardo; 9/2/25)