Tarcísio e Guilherme Piai alavancam e impulsionam o agro paulista

O secretário de Agricultura e Abastecimento do Governo do Estado de São Paulo, Guilherme Piai, e o governador Tarcísio Gomes de Freitas. Foto Reprodução Linkedin
“As entregas do governador Tarcísio de Freitas e do secretário da Agricultura e Abastecimento Guilherme Piai ao agronegócio paulista superaram todas as expectativas dos produtores rurais do Estado de São Paulo e além de colocar o setor como protagonista do agro brasileiro deram uma lição de eficiência e austeridade que deveria ser seguida pelo governo federal que além de não apoiar o setor tenta transferir aos produtores sua ineficiência e incompetência”.
A afirmação é de Paulo Junqueira, presidente do Sindicato Rural de Ribeirão Preto e coordenador do movimento “Nova Faesp” que tem como objetivo principal acabar com a “Dinastia Meirelles” que há meio século comanda a Federação da Agricultura do Estado de São Paulo – Faesp/Senar-SP. Depois de 48 anos ininterruptos na presidência da Faesp, Fábio empossar seu filho Tirso como seu sucessor através de uma eleição anulada por fraude e irregularidades pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região.
Os legítimos produtores rurais paulistas lamentam que a Faesp na gestão do presidente sub judice Tirso Meirelles, que se mantém no cargo através de sucessivos efeitos jurídicos suspensivos, não tenha tido a capacidade de formalizar um único convênio com a Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Governo do Estado de São Paulo.
Em entrevista ao podcast “Clube do Povo” o secretário Guiherme Piai faz ao jornalista Rodrigo Simões um relato das principais realizações que implementou na Secretaria da Agricultura e o legado que deixa e o consagra como um dos melhores gestores do setor agrícola e rural da história paulista. A entrevista pode ser acessada no link https://youtu.be/SVwgEdV4Ugo?
Principais destaques na gestão de Guilherme Piai

Foto Reprodução Distribuição
Dentre as inúmeras entregas da gestão do secretário da Agricultura Guilherme Piai, as que ele mais destaca estão o programa "Irriga+SP" que oferece linhas de crédito com juros de 5% ao ano para produtores rurais modernizarem a irrigação, investirem em energia fotovoltaica, agricultura de precisão e infraestrutura hídrica, visando aumentar a produtividade, garantir a segurança alimentar e combater os efeitos das mudanças climáticas, com foco em sustentabilidade e eficiência no uso da água, atendendo desde pequenos até grandes produtores.
Outro destaque fica para o marco significativo na regularização fundiária rural, com a entrega de mais de 5 mil títulos que beneficiaram famílias de produtores, totalizando cerca de 300 mil hectares de terras formalizadas. Essa ação, considerada a maior política fundiária da história do Estado, garante segurança jurídica e a oportunidade de acesso a diversas políticas públicas para os agricultores.
A implementação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) em São Paulo avançou, com o Estado se destacando pela análise dinamizada e uso de inteligência artificial para validar já tendo mais de 200 mil cadastros ativos e mirar 100% de regularização até 2026, tornando-se um modelo nacional.
O sistema paulista (SICAR-SP) permite aos produtores a inscrição, validação e acesso a benefícios como crédito rural, utilizando plataformas como o MapasCAR e o módulo Central do Proprietário no sistema nacional (SICAR), com obrigatoriedade para todos os imóveis rurais. Já o governo federal patina e não consegue implementar o Cadastro Ambiental Rural.
O Governo de São Paulo alcançou recentemente a marca de mil tratores adquiridos por produtores rurais por meio do Programa Pró-Trator, do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP).
Este programa facilita o acesso a máquinas e implementos agrícolas através de financiamentos com juros reduzidos e longos prazos de pagamento, com parte da taxa de juros (50% da Selic) subsidiada pelo governo, visando modernizar o setor agrícola familiar.
Além desses, o governo também realizou entregas diretas de maquinários para prefeituras, que por sua vez os utilizam para beneficiar os produtores locais e a infraestrutura rural. Em uma dessas ações recentes, 39 tratores agrícolas (entre um total de mais de 300 máquinas e implementos) foram entregues a municípios paulistas.
O programa FEAP Mulher Agro SP é uma linha de crédito do governo paulista, via Secretaria de Agricultura, focada em mulheres agricultoras, oferecendo juros baixos (2% ao ano), longos prazos (até 84 meses), carência e valores para expandir negócios rurais, adquirir máquinas e modernizar propriedades, acessível nas Casas da Agricultura. O objetivo é fortalecer o protagonismo feminino no campo e reduzir desigualdades de acesso a crédito, apoiando projetos individuais e coletivos.
Já o programa do Governo do Estado de São Paulo focado em capacitação e segurança alimentar é o Projeto Cozinhalimento. Ele não distribui alimentos diretamente ao público, mas sim instala cozinhas profissionais e oferece cursos gratuitos para a população local. O projeto está presente em mais de 300 municípios do Estado.
Críticas ao governo federal

Foto Reprodução Instagram
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Guilherme Piai agradece ao ex-presidente Jair Bolsonaro pela indicação de Tarcísio de Freitas para o Governo do Estado de São Paulo e à sua para ocupar a Secretaria da Agricultura e Abastecimento. Foto Reprodução/Instagram
Ao deixar o comando da Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e iniciar seu projeto político de disputar uma vaga à Câmara Federal, Guilherme Piai criticou a inação do governo federal que, na sua opinião “não reconhece e nem apoia os verdadeiros heróis do Brasil que são os produtores rurais. Reconheço que é difícil ser agricultor com a governança imposta pelo PT e pelos partidos de esquerda que aí estão”.
“Dentre os principais equívocos do governo federal, além da taxa Selic abusiva e vergonhosa de 15% de juros anuais, da gastança e da alta de juros desenfreados, da insegurança, da falta de investimentos em infraestrutura, está este modelo de reforma agrária errado, pois ao contrário das narrativas, o que eles querem mesmo é manter os assentados na miséria, ao contrário do modelo que implantamos em São Paulo que prioriza a liberdade, a dignidade e a prosperidade dos produtores rurais e de suas famílias”, concluiu (Da Redação, 17/12/25)

