13/07/2026

Tarifaço Chinês: Lula lambe as botas da China e taca pedra nos EUA

Tarifaço Chinês: Lula lambe as botas da China e taca pedra nos EUA

Por Paula Sousa

 

É uma comédia pastelão de quinta categoria. Colocaram um bêbado para dirigir uma Ferrari e agora fingem surpresa ao ver o carro capotado no primeiro barranco. O Brasil, potência mundial do agronegócio, está sendo fuzilado comercialmente pelos seus maiores mercados parceiros, e a culpa tem nome, sobrenome e um companheiro de copo. Enquanto a esquerda e a imprensa militante bradam aos quatro ventos a palavra “soberania” para atacar os Estados Unidos, o silêncio deles é ensurdecedor quando o chicote vem de Pequim.

 

A hipocrisia desse desgoverno é tão constrangedora que chega a ser patética. Recentemente, o Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR) propôs uma tarifa adicional de 12,5% contra produtos brasileiros sob a justificativa da Seção 301, apontando casos de trabalho forçado na nossa agropecuária. E por que os americanos resolveram ligar o radar? Porque a genialidade de Lula achou por bem blindar seus aliados.

 

O escândalo foi tão vergonhoso que o G1 escancarou a crise em setembro de 2025 com a manchete: “Em protesto, fiscais do trabalho deixam cargos de coordenação após ministro revisar apuração sobre JBS”, mostrando que coordenadores estaduais abandonaram as funções após o ministro assumir o caso para livrar a empresa da lista suja.

 

A mamata foi consolidada em fevereiro de 2026, quando o jornal Repórter Brasil publicou o veredito da vergonha: “Ministro do Trabalho anula autuação da JBS Aves por trabalho escravo em granja fornecedora”. Ao invés de investigar e punir, o governo moveu a auditora fiscal responsável, limpou a barra do amigo bilionário e carimbou o passaporte do Brasil rumo ao isolamento internacional. Afinal, para o PT, amigo do peito está acima da lei.

 

O recado para o mundo foi claro: o partido que diz defender o trabalhador prefere passar pano para os bilionários do esquema. Diante disso, a esquerda e a mídia tradicional montaram o palanque. Chamaram o protecionismo americano de absurdo, gritaram contra o imperialismo e fingiram indignação. Mas a verdade pode ser nua e crua: Lula lamberia as botas da China e tacaria pedra nos EUA?

 

Enquanto a militância jornalística se descabela com os 12,5% propostos por Donald Trump, um verdadeiro desastre silencioso foi plantado do outro lado do mundo. Sem qualquer alarde ou anúncios bombásticos, Pequim simplesmente impôs um regime de cotas asfixiante. Conforme denunciado pela PlatôBR na manchete “Tarifaço chinês: Pequim impõe regime de cotas a carne brasileira com sobretaxa de 55%”, a medida começou a valer a partir de 1º de janeiro com duração de três anos.

 

A China estabeleceu uma cota anual de 1,106 milhão de toneladas para a carne brasileira, mas, como o Brasil é um gigante que exporta muito mais do que isso, a cota estourou agora em 2026. O resultado? Uma sobretaxa violenta de 55% sobre o excedente que, somada à alíquota padrão, eleva o imposto total para inacreditáveis 67%.

 

O jornalista Diogo Schelp trouxe a provocação exata ao questionar por que ninguém fala desse tarifaço da China que afeta o Brasil para caramba. A resposta é óbvia. Você viu o Lula no palanque reclamando disso? Viu algum editorial inflamado da grande mídia? Nada. O tarifaço chinês tornou a exportação da maioria dos cortes de carne brasileira completamente impraticável, forçando dezenas de frigoríficos e abatedouros a paralisarem suas linhas de produção e darem férias coletivas. Famílias inteiras estão pagando o pato pela subserviência ideológica de um governo que prefere ver o próprio povo desempregado a contrariar a ditadura comunista de Pequim. Se a China quer que o governo fique de quatro, ele fica sorrindo e pede mais.

 

E como desgraça pouca é bobagem para quem é administrado por burocratas ineptos, a União Europeia também resolveu chutar o balde. A Revista Oeste estampou a realidade em sua capa: “União Europeia oficializa veto à carne brasileira”. O bloco retirou o Brasil da lista de exportadores autorizados simplesmente porque o governo Lula foi incompetente demais para organizar o básico.

 

Eles falharam em compilar e entregar os relatórios técnicos exigidos que comprovavam o cumprimento das regras sanitárias do Artigo 118 sobre o uso de medicamentos antimicrobianos e hormônios de crescimento na engorda do gado. A função mais elementar de um Ministério da Agricultura seria carimbar esses papéis e enviar a Bruxelas.

 

Mas a máquina pública só funciona na hora de inventar imposto sobre o Pix e sugar o suor da sociedade; na hora de salvar o comércio bilateral, eles fingem demência. Sobrou para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e outras entidades privadas do setor agropecuário correrem contra o tempo para enviar os dados técnicos antes do fim do prazo de setembro para tentar reverter esse bloqueio comercial terrível.

 

O único sinal de lucidez e liderança internacional veio da oposição. O portal G1 repercutiu o posicionamento direto do senador e pré-candidato à presidência da República pelo PL com a manchete: “Flávio Bolsonaro defende EUA e diz que Lula ‘lambe as botas da China’”. Flávio foi pessoalmente aos Estados Unidos fazer o que o atual presidente inapto e inepto se recusa a fazer: diplomacia de verdade.

 

Ele defendeu o Brasil no USTR, conversou abertamente com os americanos para conter o estrago das tarifas na nossa economia e agradeceu ao presidente Donald Trump pela oportunidade de falar e pela firmeza em colocar facções criminosas como o Comando Vermelho e o PCC na lista de organizações terroristas. Flávio foi cirúrgico ao apontar que os Estados Unidos sempre mantiveram uma relação honesta de livre mercado com o Brasil, enquanto Lula prefere se ajoelhar diante de ditadores sanguinários como Xi Jinping e Vladimir Putin em reuniões secretas e telefonemas amigáveis.

 

Não dá mais para aguentar. O Brasil não resistirá a mais quatro anos sob o comando desse câncer que é o PT e sua corja de parasitas. Fomos transformados em capachos de ditaduras enquanto as democracias mais prósperas e livres do planeta nos fecham as portas por pura desconfiança e nojo da nossa gestão política. O atual presidente foi transplantado para a cadeira presidencial por um sistema corrompido, e o preço está sendo cobrado direto na mesa do cidadão trabalhador.

 

Passou da hora de acabar com picuinhas internas na direita, vaidades bobas e futilidades partidárias. Precisamos extirpar essa mentalidade socialista de uma vez por todas do nosso solo. A nossa última chance real de resgatar a dignidade econômica, restaurar a ordem e sair desse abismo reside em eleger Flávio Bolsonaro e, junto com ele, eleger o maior número possível de deputados e senadores de direita para fortalecer o Congresso Nacional. O agro sustenta este país, mas não pode carregar nas costas o peso morto de um governo corrupto e inepto. Chega de sermos governados por quem odeia a liberdade e idolatra a tirania. (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 13/7/2026)