23/01/2026

Trump, a Groenlândia e o Século XXI – Por Camilo Calandreli

Trump, a Groenlândia e o Século XXI – Por Camilo Calandreli

A jogada que redefine o equilíbrio do poder global. Donald Trump na capa da revista The Economist desta semana

 

Donald Trump quer a Groenlândia. E deixou claro: do jeito fácil ou do jeito difícil.

Para muitos, isso soa como ameaça irresponsável. Para mim, é a expressão crua de uma estratégia histórica — daquelas que só fazem sentido quando se entende como o poder funciona, como os Estados se comportam e como a guerra, no século XXI, deixou de ser apenas militar para se tornar tecnológica, econômica, territorial e informacional ao mesmo tempo.

 

A narrativa oficial fala em segurança nacional. Em ameaça russa.
Isso é verdade — mas não é toda a verdade.

O jogo real tem nome: China.

E Trump sabe disso.

O que está realmente em disputa

Vamos aos fatos — porque geopolítica não é sobre o que parece, é sobre o que vale.

 

A Groenlândia é a maior ilha do mundo. São 2,1 milhões de km², cerca de 80% cobertos por gelo, apenas 57 mil habitantes, distribuídos em pequenas cidades costeiras. Formalmente, trata-se de um território autônomo ligado à Dinamarca, mas, na prática, sua relevância ultrapassa em muito a capacidade política, econômica e militar de Copenhague.

 

Os Estados Unidos mantêm presença militar permanente na ilha desde 1951, no auge da Guerra Fria. A Base de Thule — hoje rebatizada como Pituffik Space Base — sempre foi parte do sistema de alerta precoce contra mísseis balísticos. Ou seja: a Groenlândia nunca foi neutra. Ela sempre esteve integrada à arquitetura de defesa americana.

 

Então surge a pergunta que incomoda diplomatas, mas não estrategistas:

Por que falar em “tomar” ou “anexar” algo que já é aliado?

Porque alianças não garantem controle.


E, no século XXI, controle é poder.

A resposta não está na superfície.

Ela está embaixo do gelo — e no que esse gelo está escondendo há milênios.

 

O subsolo que vale mais que bandeiras

 

Sob a camada de gelo da Groenlândia estão algumas das maiores reservas estratégicas do planeta: terras raras, urânio, lítio, cobre, níquel, zinco e petróleo em volumes estimados em 31 bilhões de barris equivalentes. Apenas o que já foi mapeado ultrapassa US$ 1,7 trilhão em valor potencial.

E esse número tende a crescer.

Isso porque grande parte da ilha ainda não foi explorada. O gelo sempre funcionou como uma barreira natural. Mas essa barreira está desaparecendo.

 

O degelo não é apenas um fenômeno climático — é um acelerador geopolítico.

Quem controla o território controla:

  • o ritmo da exploração,
  • as empresas que entram,
  • os contratos assinados,
  • a tecnologia aplicada,
  • e, sobretudo, quem fica de fora.
  •  

Em termos de Teoria do Estado, isso significa soberania real, não apenas jurídica.

 

Terras raras: poder que não aparece no mapa

 

Aqui entra um ponto decisivo, frequentemente ignorado pelo debate público.

As terras raras são insumos essenciais para:

 

  • semicondutores,
  • inteligência artificial,
  • sistemas de defesa,
  • satélites,
  • baterias de veículos elétricos,
  • energias renováveis,
  • e armamentos de alta precisão.
  •  

Hoje, cerca de 90% da cadeia global de terras raras está sob influência direta ou indireta da China. Isso não é coincidência. É estratégia de longo prazo.

Controlar terras raras é controlar a espinha dorsal da economia do século XXI.

Por isso, a Groenlândia não é comparável a uma ilha qualquer. Ela representa uma das últimas grandes fronteiras de minerais estratégicos fora do eixo chinês, especialmente no hemisfério norte.

 

Degelo, rotas e território: tudo converge

 

O degelo expõe recursos e, ao mesmo tempo, abre novas rotas marítimas. Pela primeira vez na história moderna, o Ártico deixa de ser barreira e passa a ser corredor.

Isso altera:

 

  • cadeias logísticas,
  • tempo de transporte,
  • custos globais,
  • e o valor estratégico de portos e bases militares.

A Groenlândia, nesse cenário, deixa de ser periferia e passa a ser nó central.

 

Quem controla a ilha controla:

 

  • acesso às novas rotas,
  • pontos de apoio naval e aéreo,
  • vigilância sobre o tráfego comercial e militar,
  • e capacidade de dissuasão no hemisfério norte.

 

A diferença entre “aliança” e “domínio”

 

Aqui está o ponto que Trump deixa explícito — e que incomoda o establishment diplomático.

Alianças são frágeis.

Tratados mudam.

Governos caem.

Interesses se realinham.

Território, não.

 

Ao sinalizar que os EUA não aceitam perder influência sobre a Groenlândia, Trump não fala apenas de segurança imediata. Ele fala de interesse estrutural, de Estado, de projeção de poder por décadas.

 

Não é sobre a Dinamarca.

Não é sobre diplomacia.

É sobre quem manda quando o jogo fica pesado.

E o jogo, claramente, está ficando pesado.

 

Não é só economia. É segurança e dissuasão.

A Groenlândia não é apenas “uma ilha rica”. É posição militar.

Ela está no trajeto mais curto entre América do Norte e Eurásia. E o Ártico é rota natural para mísseis de longo alcance e, especialmente, para a lógica moderna de alerta antecipado.

 

Aqui entra uma ideia central de Segurança: dissuasão não é fraqueza; é capacidade crível de resposta. Em crises, os Estados calculam riscos e custos — e quando a percepção é errada, o mundo escorrega para escaladas que ninguém planejou. O próprio estudo sobre conflito e crise no nível político-estratégico alerta para o “problema da percepção”, com erros de avaliação do oponente influenciados por ideologia, política interna e desconhecimento do poder próprio e do adversário.

 

Por isso, a questão Groenlândia entra como elemento de arquitetura de dissuasão: radar, vigilância, interceptação, tempo de reação. Em estratégia, minutos podem decidir destinos.

 

A China está jogando há anos — e joga para 2050, 2100

 

Em 2018, Pequim se declarou “país quase-ártico”. Não tem costa no Ártico, mas entende que o século XXI será dominado por quem controlar:

 

  • matéria-prima crítica,
  • infraestrutura,
  • tecnologia (IA e dados),
  • logística (rotas e portos),
  • e capacidade de pressão político-econômica.
  •  

Essa é a essência da Teoria do Poder aplicada: poder não é apenas tanque e míssil. Poder é cadeia — do subsolo ao produto final, do laboratório ao mercado, do satélite ao porto.

E aqui a lente da cultura estratégica ajuda a explicar o comportamento de Estados. A ideia de cultura estratégica como base para decisões de defesa e política externa se consolidou justamente para mostrar que decisões nacionais não surgem do nada: derivam de história, geografia, cultura política e padrões decisórios.

Trump, goste-se ou não de seu estilo, age dentro de uma cultura estratégica americana que prioriza vantagem material, posicionamento geográfico e capacidade real de imposição.

 

Rússia e China: ameaça imediata e projeto de longo prazo — aliados no mesmo tabuleiro

 

A Rússia é a ameaça do presente.

A China é a disputa do futuro.

 

Essa distinção é fundamental para entender por que a Groenlândia entrou no radar estratégico dos Estados Unidos — e por que Trump não está reagindo a um evento isolado, mas a um movimento coordenado de poder.

Hoje, a Rússia sangra na Ucrânia. Enfrenta sanções, isolamento financeiro, desgaste militar e uma pressão demográfica que não se resolve com tanques ou propaganda. Sua população diminui, sua base produtiva encolhe e sua economia representa algo em torno de 2% do PIB global. Para sustentar postura de superpotência, Moscou gasta mais do que pode no médio e longo prazo.

 

Mas reduzir a Rússia a um “problema em declínio” seria um erro estratégico grave.

Porque a Rússia não joga sozinha.

 

A aliança silenciosa: força militar russa, fôlego econômico chinês

 

O que estamos vendo é a consolidação de um eixo sino-russo, pragmático e funcional, baseado na divisão de papéis:

 

  • A Rússia oferece território, capacidade militar, arsenal nuclear e presença no Ártico.
  • A China oferece capital, tecnologia, cadeias produtivas, capacidade industrial e planejamento de longo prazo.

Não se trata de amizade ideológica. Trata-se de interesse convergente.

A Rússia sabe que, sozinha, não consegue sustentar uma disputa prolongada com o Ocidente.

A China sabe que, sem projeção militar indireta, não consegue avançar com segurança em regiões sensíveis.

Juntas, elas constroem algo novo: um bloco eurasiático capaz de desafiar a ordem ocidental sem entrar em guerra direta.

 

O Ártico como elo estratégico entre Moscou e Pequim

 

O Ártico é o ponto de encontro dessa aliança.

A Rússia possui a maior extensão territorial no círculo polar, com bases militares, portos e infraestrutura herdada da Guerra Fria. A China entra como financiadora e usuária estratégica desse espaço.

 

Pequim investe em:

 

  • infraestrutura portuária russa,
  • tecnologia de navegação polar,
  • exploração mineral,
  • e desenvolvimento da Rota do Mar do Norte.
  •  

Essa rota é vital porque:

 

  • reduz a dependência chinesa das rotas controladas pelos EUA,
  • encurta o caminho entre Ásia e Europa,
  • e cria um corredor logístico sob influência sino-russa.

 

Nesse contexto, a Groenlândia deixa de ser apenas um território rico. Ela se torna o ponto de equilíbrio — ou de ruptura — desse eixo.

Rússia hoje, China amanhã — juntas, o desafio é estrutural

Isoladamente, a Rússia pode ser contida.

Isoladamente, a China pode ser pressionada economicamente.

 

Mas juntas, elas constroem algo mais perigoso para o Ocidente:
um sistema alternativo de poder.

 

Um sistema que combina:

 

  • força militar,
  • controle territorial,
  • domínio de recursos críticos,
  • cadeias produtivas próprias,
  • e crescente autonomia tecnológica.
  •  

É por isso que a Groenlândia não é “obsessão”.

É peça de xadrez.

Quem controla a Groenlândia:

 

  • limita a expansão chinesa no Ártico,
  • dificulta a consolidação logística russa,
  • protege rotas comerciais futuras,
  • e mantém vantagem estratégica no hemisfério norte.

 

A diferença entre reagir e antecipar

 

Aqui está o divisor de águas da estratégia de Trump.

Reagir à Rússia é pensar em curto prazo.

Antecipar a China é pensar em meio século.

Trump age na lógica do Estado que antecipa, não do governo que administra crise.

 

Por isso, sua leitura é simples e brutal:

 

Quem pensa em 10 anos, enxerga a Rússia.

Quem pensa em 50 anos, enxerga a China.

Quem entende que Rússia e China jogam juntas, enxerga o século inteiro.

E quem controla a Groenlândia controla uma parte decisiva desse século.

 

A Europa reage — mas conhece o tamanho da própria dependência

 

A reação europeia ao tema Groenlândia é previsível: indignação pública, notas diplomáticas duras, editoriais alarmistas e discursos em defesa da soberania dinamarquesa. Afinal, a Dinamarca é membro da OTAN, e qualquer ameaça ao seu território, ao menos no papel, deveria acionar o princípio da defesa coletiva.

Mas a geopolítica real começa justamente onde o papel termina.

 

A pergunta central — e incômoda — não é se a Europa discorda dos Estados Unidos. É outra:

 

O que a Europa faria, de fato, se Washington elevasse a pressão?

Romperia com os EUA?

Declararia guerra ao seu principal aliado estratégico?

Assumiria sozinha a defesa do continente?

A resposta honesta, ainda que raramente dita em voz alta, é não.

 

O paradoxo europeu: discurso soberano, defesa terceirizada

 

A Europa vive um paradoxo estrutural há décadas. Politicamente, busca afirmar autonomia estratégica. Militarmente, depende profundamente dos Estados Unidos.

Sem o guarda-chuva nuclear americano, a Europa não tem dissuasão crível contra a Rússia.

Sem logística americana, não sustenta operações prolongadas.
Sem inteligência, satélites e comando integrados dos EUA, sua capacidade de resposta cai drasticamente.

Esse não é um juízo ideológico. É um dado operacional.

 

Basta observar os números: a maior parte dos países europeus não atinge o mínimo de 2% do PIB em gastos com defesa, compromisso assumido dentro da OTAN. Quando crises reais surgem — Ucrânia, Oriente Médio, Mar Negro — a Europa recorre, direta ou indiretamente, a Washington.

 

A Groenlândia expõe a fragilidade do “autonomismo europeu”

 

A Groenlândia escancara essa fragilidade porque coloca a Europa diante de um dilema concreto, não retórico.

Se os Estados Unidos decidissem impor uma mudança de status na ilha, quais seriam as opções reais da Europa?

 

  • Sanções contra os EUA? Inviável economicamente e politicamente.
  • Resposta militar? Inconcebível.
  • Ruptura com a OTAN? Altamente improvável e estrategicamente suicida.

Sem os EUA, quem defenderia o Báltico?

Quem garantiria a Polônia?

Quem sustentaria a dissuasão nos países nórdicos?

 

A Europa conhece essas respostas. Por isso, reage no discurso, mas calcula na prática.

E Trump sabe disso.

 

Trump não ignora a OTAN — ele a testa

 

Ao contrário do que muitos analistas apressados sugerem, Trump não age como alguém que desconhece alianças. Ele age como alguém que conhece seus limites reais.

A OTAN, na teoria, é um pacto de defesa coletiva.
Na prática, é uma aliança assimétrica, sustentada majoritariamente pelos Estados Unidos.

Trump usa essa assimetria como instrumento estratégico. Ele força aliados a confrontarem uma realidade incômoda: a segurança europeia continua ancorada no poder americano.

 

Ao tensionar a questão da Groenlândia, Trump não está buscando romper a aliança atlântica. Está reorganizando as hierarquias dentro dela.

 

Dependência não é submissão — é cálculo de poder

 

Na Teoria do Estado e do Poder, alianças não se mantêm por afinidade moral, mas por interesse e necessidade. Estados não “se ofendem”; Estados calculam custos e riscos.

A Europa pode discordar do método.

Pode criticar o tom.

Pode protestar publicamente.

Mas, no limite, não pode prescindir da proteção americana.

 

E é exatamente essa dependência que explica por que, diante de decisões estratégicas duras, a Europa tende a absorver o impacto, negociar nos bastidores e evitar rupturas irreversíveis.

 

A Groenlândia como teste de realidade

 

A disputa pela Groenlândia funciona, portanto, como um teste de realidade geopolítica para a Europa.

 

Ela revela que:

 

  • a soberania europeia em defesa ainda é incompleta;
  • a OTAN depende estruturalmente dos EUA;
  • e que, em cenários críticos, Washington continua sendo o fiador final da ordem ocidental.

 

Trump entende isso. E age com base nisso.

 

Um século sem grande guerra global — mas com guerra em novas camadas

 

Existe um fato histórico curioso: não tivemos uma grande guerra mundial na primeira metade deste século.

Isso não significa que vivemos paz. Significa que a guerra mudou de forma.

 

Hoje, poder é:

 

  • território (sim, ainda é),
  • tecnologia (IA, chips, dados),
  • logística (rotas, portos, cadeias),
  • recursos críticos (terras raras),
  • e também capacidade cibernética e informacional (controle de narrativa, inteligência, pressão).

 

O estudo de crise político-estratégica é explícito: em crises, um ator busca dois propósitos — conquistar/manter objetivos e, ao mesmo tempo, evitar que a crise saia do controle; e recomenda dominar a narrativa e controlar informações aos diversos públicos.

 

Ou seja: o século XXI não mata apenas com bombas. Ele vence com cadeia produtiva, satélite, dado e minério.

 

Conclusão: a nova Guerra Fria e o retorno do eixo Ocidental

 

A disputa pela Groenlândia é mais do que um episódio isolado de política externa. Ela é um sinal claro de que uma nova Guerra Fria já está em curso — não nos moldes ideológicos do século XX, mas como uma guerra estrutural por poder, recursos, tecnologia, cultura e controle geopolítico.

 

O movimento liderado por Washington tenta recolocar os Estados Unidos no centro de uma nova conjuntura política global, marcada pela reconstrução de uma Direita Liberal Econômica, que busca se reafirmar culturalmente nos valores da civilização ocidental — liberdade econômica, soberania nacional, identidade cultural, instituições fortes — e, ao mesmo tempo, conter o avanço do Bloco Eurasiático.

 

Esse bloco é formado por países que, em maior ou menor grau, compartilham modelos autoritários, socialistas ou comunistas, com forte centralização de poder e oposição direta ao Ocidente liberal: China, Rússia, Irã, Coreia do Norte, entre outros regimes alinhados por interesses estratégicos comuns e antagonismo cultural e político ao mundo ocidental.

 

É contra esse eixo que se estrutura a nova resposta geopolítica americana.

E cada vitória desse campo precisa ser compreendida — e celebrada — como parte de um movimento maior.

A vitória de Javier Milei na Argentina representa uma ruptura com décadas de estatismo e populismo.

A possibilidade de uma Venezuela sem o regime de Nicolás Maduro simboliza o colapso de um dos pilares do socialismo latino-americano.


A perspectiva de um Brasil sem o PT e sem Luiz Inácio Lula da Silva é estratégica para reequilibrar a América do Sul e reconectar o país ao eixo liberal-democrático ocidental.

Esse movimento não se limita à América Latina.

Ele também se expressa em governos e lideranças que, cada um a seu modo, resistem à agenda globalista e reafirmam soberania nacional, identidade cultural e realismo estratégico, como Giorgia Meloni na Itália, Viktor Orbán na Hungria, e Nayib Bukele em El Salvador.

 

Não se trata de um alinhamento ideológico homogêneo, mas de uma convergência estratégica: defesa da soberania, da ordem, da economia de mercado e da identidade cultural diante de um bloco autoritário em expansão.

É nesse contexto que a Groenlândia deixa de ser “uma ilha gelada” e passa a ser um símbolo do novo século.

 

Quem controla terras raras controla tecnologia.

Quem controla tecnologia controla cadeias produtivas, defesa e inteligência artificial.

Quem controla cadeias produtivas controla o poder real.

O que estamos vivendo não é apenas uma transição geopolítica.
É uma transformação histórica, cultural e civilizacional, talvez a mais profunda em séculos.

E seus efeitos — para o bem ou para o mal — ecoarão por muito tempo.

Esse é o verdadeiro significado da Groenlândia no século XXI.

 

Sobre o Autor:

 

Camilo Calandreli é gestor cultural especializado em Gestão Pública, ex-Secretário Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura no Governo Bolsonaro, autor de Um Breve Ensaio Sobre a Cultura no BrasilUm Breve Ensaio Sobre a Agricultura no Brasil e Os Cinco Atributos do Cristão na Edificação de Uma Nação.

 

Graduado pela ECA-USP, pós-graduado em Administração e Gestão Pública Cultural (UFRGS), pós-graduação em Gestão Pública, Chefia de Gabinete e Assessoria Parlamentar (PUCRS), Gestão Cultural e Museológica (Universidad Miguel de Cervantes – Sevilla), além de MBA em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública (ESG/Instituto Venturo) e pós-graduação em Desenvolvimento Nacional, Política e Liderança (ESD). Atuou no Congresso Nacional (2021–2024) no Gabinete da Deputada Federal Carla Zambelli e, desde 2025, é Assessor Parlamentar do Deputado Estadual SP Lucas Bove; 23/1/26)