Uma ausência sempre sentida – Por Jarbas Cunha
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Neste 8 de janeiro - uma data significativa para a família Prudente Corrêa - faz um ano que o patriarca Flavio deixou a vida para entrar na memória e na gratidão das pessoas e entidades por ele beneficiadas. Sua vida, conforme título da biografia dele (que escrevi com a ajuda da esposa Dulce Maria e da filha Fabiana) foi uma VIDA BEM VIVIDA.
Durante 81 anos (pouco antes de chegar aos 82) foi um excelente pai (que o digam os filhos Flavinho, Fernanda e Fabiana), um avô carinhoso, excelente marido (conforme atesta a esposa Dulce Maria) e um ótimo amigo. Fazer o bem sem olhar a quem, foi uma regra que nunca deixou de seguir.
Deixou essa vida, mas permanece na memória e na gratidão de entidades (a exemplo do Hospital do Amor, de Barretos e da Apae, de Ribeirão Preto) que, inclusive, deram o seu nome a espaços especiais.
Tive a honra e a alegria de privar da sua amizade pelo menos durante mais de 50 anos; ele nunca me decepcionou! Bem como não decepcionou as funcionárias do seu escritório (Sandra e Karina), os colaboradores das suas fazendas e os dirigentes das entidades das quais participou. Soube não apenas fazer amigos, mas, igualmente, admiradores (entre tais o Paulinho Junqueira, presidente da Associação e do Sindicato Rural de Ribeirão Preto).
Viveu a vida sempre fazendo o bem e deixando exemplos que são seguidos tanto pela esposa como igualmente pelos filhos e netos...
Flavio é um modelo digno de ser copiado pelo que representa de bom, de puro e de correto.
Existem, infelizmente, poucas pessoas como ele. Verifica-se, portanto, a importância de ser lembrado, quando se completa o primeiro ano da sua partida para um lugar merecidamente melhor (Jarbas Cunha é jornalista; 8/1/26)

